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Pra Cumprir Teu Chamado

quinta-feira, 17 de dezembro de 2009

Se o Natal Fosse Contado Por Nós

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Cantaremos e Contaremos o Natal de Jesus!

Clique na imagem para uma melhor definição.



sexta-feira, 27 de novembro de 2009

É purque u Mundu é Redono...



Ah, tá! Agora entendi...

Encontrei a pérola no Pavablog

TUDO O QUE HOJE EU PRECISAVA REALMENTE SABER, EU APRENDI NO JARDIM DE INFÂNCIA

É chavão a expressão “mais um ano está terminando”, mas é a mais pura e dura realidade. A gente já começa a fazer as contas de tudo o que foi feito, ou deixado de fazer, e renovamos a expectativa pelo que virá.

Isto significa que o tempo está passando, que estamos vivos, que estamos ficando mais velhos, que as oportunidades não se repetirão exatamente como as tivemos no passado, e que já começamos a colher os frutos das nossas escolhas e decisões.

Dentro das mudanças, vemos nossos filhos crescerem e alçarem novos vôos. No próximo ano, nossa filha já passa para um novo módulo em sua escola. Como cursará o 2º ano do Ensino Fundamental, mudará de prédio. Isso tem gerado nela expectativa pelo novo, pela surpresas e pelo desconhecido. Um simples mudança de prédio traz consigo muita coisa diferente.

O novo prédio não terá mais a configuração lúdica do atual onde está concluindo o Jardim de Infância com tantos brinquedos, pinturas e outros elementos que mantém na mente dos pequeninos o lado bom de ser criança.

Pensando no fato de que minha filha deixa o Jardim de Infância para continuar crescendo, lembrei-me de um texto de Robert Fulghum que fala que tudo o que hoje precisamos saber sobre como viver, o que fazer e como ser, nós aprendemos no Jardim de Infância.

Acabamos por aprender que a verdadeira sabedoria não se encontra no topo de um curso de pós-graduação, mas no montinho de areia da escola de todo dia. Fulghum nos traz às lembrança estas coisas:
  • Compartilhe tudo.
  • Jogue dentro das regras.
  • Não bata nos outros.
  • Coloque as coisas de volta onde pegou.
  • Arrume sua bagunça.
  • Não pegue as coisas dos outros.
  • Peça desculpas quando machucar alguém.
  • Lave as mãos antes de comer.
  • Dê descarga.
  • Respeite o outro.
  • Leve uma vida equilibrada: aprenda um pouco e pense um pouco e desenhe, pinte, cante, dance, brinque e trabalhe um pouco todos os dias.
  • Tire uma soneca às tardes.
  • Quando sair, cuidado com os carros; dê a mão, fique junto.
  • Repare nas maravilhas da vida.
  • Lembre-se da sementinha no copinho plástico: as raízes descem, a planta sobe e ninguém sabe realmente como ou porque, mas todos somos assim.
  • O peixinho dourado, o Hamster, os camundongos brancos e até mesmo a sementinha no copinho plástico, todos morrem.
  • Nós também.
  • Tudo o que você precisa saber está lá em algum lugar.
  • A Regra de Ouro é o amor e a higiene básica.
  • Ecologia, política, igualdade, respeito e vida sadia.
Curiosamente, se pegarmos qualquer um desses itens, colocá-los em termos mais adultos e sofisticados e aplicá-los à sua vida familiar, ao seu trabalho, ao seu governo ou ao seu mundo, veremos como ele é verdadeiro, claro e firme.

Pense como o mundo seria melhor se todos nós, no mundo todo, tivéssemos biscoitos com leite todos os dias, se por volta das três da tarde pudéssemos nos deitar com um cobertorzinho para uma soneca.

Ou se todos os governos tivessem, como regra básica, devolver todas as coisas ao lugar em que elas se encontravam e... arrumassem a bagunça ao sair!

E é sempre verdade, não importando a idade: ao sair para o mundo, é sempre melhor dar as mãos e ficar junto.

Que a Letícia nunca se esqueça disso! Que você e eu, nunca nos esqueçamos de tudo o que aprendemos quando éramos crianças. Provavelmente, agiremos para transformar o mundo em um lugar melhor.

“Instrui a criança no caminho em que deve andar,
e mesmo quando envelhecer não se desviará dele.” (Provérbios 22.6)

“e disse: Em verdade vos digo que, se não vos converterdes
e não vos tornardes como crianças, nunca entrareis no reino dos Céus.
Portanto, quem se tornar humilde como esta criança,
esse será maior no reino dos Céus. (Mateus 18.3-4)”

quinta-feira, 26 de novembro de 2009

Enterrando o Velho Homem

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"Fazei, pois, morrer a vossa natureza terrena: prostituição, impureza, paixão lasciva, desejo maligno e a avareza, que é idolatria; por estas coisas é que vem a ira de Deus [sobre os filhos da desobediência]. Ora, nessas mesmas coisas andastes vós também, noutro tempo, quando vivíeis nelas. Agora, porém, despojai-vos, igualmente, de tudo isto: ira, indignação, maldade, maledicência, linguagem obscena do vosso falar. Não mintais uns aos outros, uma vez que vos despistes do velho homem com os seus feitos e vos revestistes do novo homem que se refaz para o pleno conhecimento, segundo a imagem daquele que o criou; no qual não pode haver grego nem judeu, circuncisão nem incircuncisão, bárbaro, cita, escravo, livre; porém Cristo é tudo em todos. (Colossenses 3.-5-11)

Singela Homenagem

E o Fluminense, heim? Que coisa... e olha que eu torci! Fiquei até sem fôlego. Deve ter sido a a(l)titude com que jogou a LDU (de novo, again...)

Achei até que já tinha visto o jogo de ontem, mas não lembrava onde. Lembrei! Foi aqui:

quarta-feira, 25 de novembro de 2009

Ser Igreja Hoje

Comecemos pelo começo: Jesus Cristo não organizou nenhuma igreja. Não fundou a Igreja Católica Romana, nem a Ortodoxa, nem a Luterana, nem a Anglicana ou qualquer outra denominação que delas tenha se originado, como batistas, presbiterianos ou metodistas. O Senhor Jesus, em seus ensinos registrados nos quatro Evangelhos, formulou tão-só um conceito de igreja.

Aquelas comunidades de fé que se aproximam desse conceito formulado pelo Senhor, são capazes de refletir os princípios e valores do reino de Deus, e podem ser chamadas, por isso mesmo, de igrejas de Jesus.

Aquelas, porém, que desse conceito se afastam, não passam de meras organizações religiosas, não são mais do que instituições eclesiásticas, associações de manipulação da fé, amontoamentos de fanáticos, ajuntamentos de falsa piedade, conglomerações de experiências com a transcendência, clubes de sociabilidade fi-lantrópica, palcos de exibição de milagres, currais de sustentação política, feudos legalistas, casulos do tradicionalismo e coisas semelhantes.

Nenhuma igreja possui o monopólio da verdade. Todas elas, sem exceção, têm virtudes e falhas. Mas o desafio de uma igreja é, justamente, acumular mais virtudes do que falhas. E quanto mais uma igreja estiver próxima do conceito proposto pelo Senhor Jesus, mais virtudes conseguirá mostrar à sociedade em que está inserida.

Para conhecer melhor o propósito de Deus para a igreja só há um caminho a ser percorrido: o do conhecimento das Escrituras, onde os propósitos divinos estão registrados.

Desse modo, convém buscar uma igreja que valorize, respeite e interprete corretamente a Palavra de Deus, se de fato queremos fazer parte de uma igreja que respeita a fórmula proposta por Jesus Cristo.

Igrejas em que a Bíblia tornou-se apenas objeto de decoração sobre um púlpito vazio do poder do Espírito, congregações onde pastores usam a pregação com o único objetivo da autopromoção e do culto à personalidade, comunidades nas quais os crentes buscam o simples extravasamento emocional, através de cânticos repletos de animação e orações de um ardor quase histérico, sem o autêntico desejo de colocar em prática os ensinamentos da Palavra pregada, constituem-se somente numa caricatura de igreja, carregam consigo o rótulo de igreja, mas há muito deixaram de ser o verdadeiro Corpo de Cristo.

A proclamação, a adoração, o discipulado, o serviço e a comunhão de uma igreja dependem, de maneira fundamental, da influência das Escrituras sobre a experiência, a vida e o testemunho dos congregados. O lugar que a Palavra de Deus ocupa na comunidade de fé define a qualidade doutrinária, moral e espiritual dos crentes.

Estamos assistindo o desprestígio gradativo e consistente dos evangélicos no Brasil. Já não é fácil identificar-se como evangélico porque as pessoas logo vincu-lam a denominação aos pregadores desvairados e aos manipuladores inescrupulo-sos que aparecem na mídia. Igrejas evangélicas são vistas, em nossos dias, como antros de fanatismo e ignorância. E somos obrigados a concordar que esses evangélicos expostos nas rádios e nos canais de televisão nada têm a ver com o Evangelho.

Não é fácil fazer parte da Igreja hoje. Porque não é fácil encontrar joelhos que ainda não se dobraram a Baal. Ou a Mamom.

Mas eles existem. Permanecem fiéis. E um dia vão se juntar a eles vários outros que, decepcionados com essas igrejas de fachada, desejarem retornar ao propósito inicial de Jesus Cristo para o seu povo.

Texto do meu amigo Carlos Novaes
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