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quinta-feira, 7 de novembro de 2013

Ser Pastor...

"Ser um pastor é ter uma disciplina para destruir as  suas próprias ilusões." "A minha congregação não é um local de trabalho. A congregação não é um local de trabalho que possa ser abandonado quando aparece uma oferta melhor, mas é um local de desenvolvimento de uma vida ministerial madura. A congregação é o local para pastor desenvolver-se no que chamo lugar de santidade para ele mesmo”.
(Eugene Peterson)

quarta-feira, 27 de março de 2013

Uma Bíblia sobre a Mesa e o Amor em Ação

Assista ao vídeo sobre uma família em Açailândia (MA) que adotou 6 irmãos de um só voz para que eles não fossem separados. Matematicamente seria uma missão impossível, devido às condições financeiras. Porém, a decisão tornou-se um milagre. Atente para um detalhe importante: uma Bíblia aberta sobre a mesa dá testemunho que os que moveu foi o Amor Maior - Cristo!

Emocione-se!

Fonte: G1

quinta-feira, 22 de março de 2012

Se Nossa Mesa Falasse...


SE NOSSA MESA FALASSE...

CRÔNICA DE MINHA MÃE, DULCE CONSUELO

Depois de quarenta e três anos de uso em nossa sala de jantar, nossa velha mesa com seis cadeiras foi aposentada. Chegou uma linda mesa nova, grande, com 8 lugares.

No último almoço ao redor dessa velha mesa, um dos meus genros expressou seu sentimento - “se essa mesa falasse...”. E sugeriu que alguém escrevesse sobre isso.

Nesse momento fiquei a relembrar as histórias da nossa mesa. Quantas! Seria impossível lembrar-me de todas. Mas algumas são inesquecíveis, porque até estão registradas por fotografias. Que delícia revê-las!

A "velha" mesa em um dos momentos especiais...
Uma das marcas de nossa família são as refeições. Acho que aprendemos com Jesus que sempre se reunia com pessoas para comer junto com elas. São momentos preciosos de comunhão, conversas, risadas, lembranças.

Mas se nossa velha mesa falasse, ela recordaria os muitos aniversários comemorados ao seu redor – dos filhos, dos pais, dos netos e dos sobrinhos. Lá sobre a mesa estavam os pratos especiais, os preferidos do aniversariante, para almoço ou jantar; não faltavam o bolo com velas, salgadinhos, docinhos... o Brigadeiro não podia faltar para as crianças. As primeiras festas de aniversário das filhas foi nessa mesa, ainda em casa dos avós, de onde ela veio junto com eles para a nossa casa. E a cada aniversário da família, estava a mesa preparada, bonita, farta e rodeada de familiares e amigos.

Se nossa mesa falasse, ela diria que serviu refeições para muitas visitas ilustres – missionários, pastores, conferencistas brasileiros e também estrangeiros.

Se nossa mesa falasse, ela diria que foi peça importante nas Bodas de Ouro e de Diamante de meus pais e também nas nossas Bodas de Prata.

Se nossa mesa falasse, ela mostraria fotos de muitas comidas gostosas, preparadas por nós, as mulheres da família, mas também por preciosas auxiliares do lar, que nos acompanharam por muitos anos e ainda o fazem – Rosângela, Marina, Maria Aparecida, que mãos habilidosas!

Se nossa mesa falasse, ela contaria de dois momentos muito felizes – os noivados de nossas filhas, quando ainda à moda antiga, os noivos solenemente fizeram o pedido ao pai e diante das famílias colocaram as alianças; e depois o casamento de nossos filhos, quando as famílias se conheciam e trocavam idéias quanto ao futuro deles.

Se nossa mesa falasse, ela falaria de todos os nossos encontros da família maior, com boas horas de bate-papo e comemoração de datas especiais como aniversários de vida e de casamento. Ela contaria que quinze dias antes da morte de papai, aos 93 anos, sobre ela foi colocado o bolo de 66 anos de casamento de mamãe e papai. E ao redor dela, cerca de quarenta membros de nossa grande família.

Se nossa mesa falasse, ela falaria de suas várias mudanças de casa, sendo a última do Rio de Janeiro para Curitiba e Quatro Barras. Mas ela permaneceu intata, embora envelhecida e as cadeiras forradas de novo.

Se nossa mesa falasse, ela contaria que, ainda no Rio, várias reuniões aconteceram ao seu redor para estudos bíblicos, planejamento de atividades da igreja em Senador Camará e até para contagem das ofertas dos dias missionários, quando eram abertos os envelopes e cofrinhos, separadas e contadas as cédulas e moedas, e arrumadas para o devido depósito. Eram momentos descontraídos de alegria e vitórias com os alvos alcançados e ultrapassados. E, no final, sempre um suco, ou cafezinho acompanhado de alguma guloseima para os líderes ali presentes.

Se nossa mesa falasse, ela contaria que serviu chás e cafés da tarde para várias amigas, algumas já na Glória. Que saudades da Neila e da Marlene...

Se nossa mesa falasse, ela testemunharia que nunca familiares, amigos e visitantes começaram a refeição, sem antes orarmos, agradecendo ao Senhor o alimento e as mãos que nele trabalharam, desde o lavrador até a cozinheira, pois dele “vem toda a boa dádiva”.

Se nossa mesa falasse, ela diria que até o último dia em nossa casa, ela reuniu para os almoços de sábado e domingo, os filhos e as netas que moram ao nosso lado. E foi num desses momentos, que surgiu a sugestão do Ezequias, agora posta em prática.

Se nossa mesa falasse, finalmente ela diria que sua história ainda está sendo escrita, hoje no refeitório da Igreja Batista no Jardim Atuba, onde continuará oferecendo bons momentos de comunhão aos seus membros, nas refeições e festas, ou ainda para reunir classes e outros grupos ao seu redor. E por certo ela teria muito mais a falar, experiências vividas e presenciadas que não caberiam no papel.

Mas os grandes momentos continuarão em nosso lar, enquanto Deus quiser, agora ao redor da nova mesa, maior para acomodar mais pessoas, que sempre serão recebidas com amor e distinção para os momentos de alegria e comunhão que cultivamos em nossa família.

Concluindo: esta crônica não é só para registrar um pouco da nossa história, mas também para lembrar aos que a lerem, que refeições devem ser sempre ao redor da mesa. Sabemos, lamentando, que em algumas casas nem há mesas, só sofás, poltronas e camas, onde cada um senta-se tendo na mão o prato de comida que foi servido no fogão, direto das panelas. Quase sempre a companhia nessa hora é a televisão. Tive uma auxiliar em minha casa, que não sabia como colocar louças e talheres na mesa, porque, após trabalhar por vários anos numa mesma casa, nunca arrumara a mesa para refeições. Essa talvez seja uma das razões para essa família estar destruída, sem qualquer vínculo de amor..

É claro que dá algum trabalho, mas vale a pena, pois é a hora da família reunida orar agradecendo, compartilhar fatos e idéias e fortalecer os laços de amor. E agora,

Que histórias sua mesa tem para contar?

segunda-feira, 10 de outubro de 2011

ORAÇÃO DE CRIANÇAS


Via Israel Belo (Bom Dia - Prazer da Palavra)

Sua professora ficou desesperada. A menina, de sete anos, sumiu da sala. Para piorar, outras três crianças também tinham desaparecido.

Ela começou a procurar por todas as salas, espalhadas pelo templo da igreja onde funcionava o projeto de reforço escolar, que ela mesma fundara havia poucas semanas e coordenava.

Na sua busca naquela manhã, o coração disparado ("onde foram parar?"; "será que foram para a rua, meu Deus?"), uma senhora trouxe uma informação:
- Tem algumas crianças na sala de oração.

Alívio. Lá estavam as quatro.

A menina contou:
- Hoje acordei com os gritos dos meus pais brigando. Vi meu pai com um papel na mãe. Ele queria que a minha mãe assinasse, para venderem a nossa casa. Ele quer se separar da minha mãe. Então, viemos aqui, com minhas amigas, para Jesus não deixar papai vender a nossa casa e ir embora.

Então, eu me lembrei do salmo 8 ("Da boca de pequeninos e crianças de peito suscitaste força, por causa dos teus adversários, para fazeres emudecer o inimigo e o vingador").

Não é de emudecer?

quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

ÚLTIMAS PALAVRAS DE ERIC

O Vídeo de uma morte anunciada...

A família Jacobs, Eric, Heather e os quatro filhos (em 2005)

Por Reid Forgrave

Sua vida é abalada de repente. Depois de dez anos de casamento, seu marido morre em um acidente de avião. Seus quatro filhos olham para você e tudo parece ter parado no tempo. Sua barriga está enorme, o quinto filho está chegando. Você tenta manter a vida familiar o mais normal possível, mas sabe que as coisas nunca mais serão as mesmas. Então você encontra um CD com os últimos desejos do seu marido, como se fossem ditados por Deus.

Essa é a história de Heather Jacobs. Ao encontrar um vídeo com as últimas palavras de seu marido, ela lembrou como nos últimos anos Eric parecia estar se preparando para deixar este mundo. Ele insistiu em gastar um dinheiro que a família não tinha. Planejou férias caras duas vezes. Foi com Heather para o México e levou a família toda para a Disney World. Em seu aniversário de 30 anos, o último que passaram juntos, ele encheu a esposa de presentes. Tudo parecia indicar que ele queria deixar algumas boas memórias.

Ao longo dos últimos meses, Eric andava obcecado pela leitura da Bíblia. Teve uma longa conversa com duas Testemunhas de Jeová que vieram até sua casa certo dia. Falou com eles sobre sua fé cristã por quase duas horas, e explicou porque achava que a religião deles estava errada.

Eric continuamente falava sobre o céu. De repente, começou a perguntar aos filhos: “Você consegue imaginar como será incrível morar no céu?” Era como se quisesse avisar os filhos que o papai estava indo para um lugar melhor.

Certa tarde, o que parecia inevitável aconteceu. O telefone tocou e Heather soube que Eric era um dos cinco mortos em um acidente com um pequeno avião. Eric tinha 30 anos. Nas semanas e meses seguintes, Heather tentou lidar bem com tudo o que acontece depois da morte de alguém querido. Algum tempo depois, Ryan, irmão de Eric, foi morar com eles para ajudá-la com os meninos.

Heather sabia que tinha de continuar com sua vida. Mas os pensamentos não paravam de pipocar em sua cabeça: Será que Eric sabia? Em algum nível subconsciente, em um certo nível espiritual, Eric parecia lhe mostrar que sua morte estava chegando, que ele precisava deixar tudo em ordem.

Heather acordou cedo no dia 13 de janeiro de 2007, dois meses depois que seu marido havia morrido. Na noite anterior, ela chorou até dormir, e Jessica, sua irmã, ficou com ela na cama até ambas adormecerem. Ela sabia que aquele dia deveria ser especial: quando Eric estava vivo, o parto era um momento importante para o casal, talvez os momentos mais felizes de seu casamento. Mas agora tudo que ela conseguia pensar era que o bebê nunca iria conhecer o seu pai.

Mas Heather Jacobs tinha um consolo. A família toda tinha. Dois dias depois da morte do marido, o advogado ligou perguntando se havia um testamento. Ela foi até o cofre da família, digitou a senha e, para sua surpresa, encontrou entre as coisas de Eric um CD com uma inscrição em caligrafia familiar: “ÚLTIMAS PALAVRAS DE ERIC”.

De repente, a memória pareceu se iluminar. Em uma manhã do verão de 2006, ela sentiu o marido abraçá-la com tanta força que chegou a doer, era como se nunca mais fosse largá-la. Eric contou que tinha sonhado que morria ainda jovem. O sonho lhe parecia tão real, como se o Espírito Santo estivesse lhe dizendo algo. Ele foi para o andar térreo da casa e fez um vídeo. “Você está falando sério?”, perguntou Heather depois de ouvi-lo falar sobre o sonho e o vídeo. “Não importa”, disse ele, e Heather voltou a dormir em seus braços. Quatro meses depois, Eric morreria em um acidente aéreo em Indiana.

Este vídeo que agora tinha em mãos era uma bênção de Deus, mais uma maneira de lembrar de Eric, ou sua tentativa final de evangelismo antes de deixar esta terra? Ou era tudo apenas uma coincidência?

Com o CD na mão, ela chamou os dois irmãos mais novos de seu esposo e a família sentou-se à mesa da cozinha. Heather não sabia o que esperar, mas sabia que não queria ver o vídeo sozinha. A família toda estava ali, os irmãos de Eric, as irmãs de Heather, os avós e os dois meninos mais velhos, Brayden (7) e Justin (6). Heather abriu o laptop, colocou o CD e pressionou o “play”.

Eric Jacobs apareceu na tela respirando fundo. Ele centraliza a câmera em seu rosto. “Olá a todos,” diz ele calmamente. “Se você está vendo isso provavelmente algo de ruim aconteceu comigo. Tive esse sonho na noite passada ou hoje de manhã, não sei, que eu morri jovem. Eu não sei o que pensar. Não sei se esta é a maneira de Deus dizer: ‘Grave isto, se foi divinamente inspirado, ou se estou ficando paranóico’. Porém, queria registrar meus pensamentos. Então, se foi divinamente inspirado, esta é a maneira de Deus mostrar que ele realmente age por meio da vida das pessoas. Quero mostrar isso para as pessoas e testemunhar a elas. Minha vida foi curta.”

A partir de então, Eric registra suas “últimas instruções”. Ele começa pedindo que seus irmãos voltem a morar em Iowa, para ajudar Heather a criar os meninos. Pede que seus irmãos se firmem na fé e entendam de que se trata a sua fé. Diz para sua irmã ler a Bíblia seis vezes: “Mesmo que eu esteja fora deste mundo, você ainda pode ganhar almas para o Senhor.” Pede aos seus pais que ajudem Heather, pois ela vai precisar deles.

Então, ele engasga e dirige-se à esposa: “Ok, Heather, isso é difícil. Mas eu preciso dizer que não espero e não quero que você fique sozinha. Criar os meninos já é muito difícil. Você tem que aceitar isso. Eu preciso, eu quero que você se case de novo”. Uma dúzia de vezes, ele repete que Heather deve se casar novamente, encontrar um bom homem cristão para ser um líder espiritual para os seus filhos. Mas ele precisa ser um cristão, insiste.

Na cozinha, os meninos mais velhos ouviam em silêncio. Foi assustador ver seu pai falando como se já estivesse morto.

“Deus, eu não consigo fazer isso”, prossegue Eric. “Acordei às 5 da manhã pensando que tive um sonho bobo, mas acho que talvez esta seja a maneira de Deus me dizer para fazer algo. Então eu gravo este vídeo, pensando que é algo estúpido, uma ideia idiota, mas eu vou fazer isso mesmo assim. Pois o Senhor está me dizendo para fazê-lo. ”

Ele se dirige agora aos filhos. Ele diz que os mais velhos precisam ser líderes na família. Os dois mais novos devem ajudar a mãe. “É preciso continuar o que eu faria”, ele instrui os meninos. “Vocês precisam ganhar almas para o Senhor antes que ele volte”.

Ele quer que seus filhos chorem, porque chorar é bom. Mas também quer que eles riam, porque rir é um presente de Deus. Eric não quer que ninguém fique zangado com Deus. Ir para o céu, diz ele, não deve nos deixar com raiva.

“Tudo isso é parte do plano de Deus. Quero que todos vocês se lembrem disso. Todos vocês, especialmente os meninos”, diz Eric. “O propósito de Deus era eu deixar esta mensagem para vocês…. Preciso que vocês orem e orem sempre. Não por mim. Estou em um lugar bom. Orem pelas pessoas que ainda não conhecem o Senhor.”

Então Eric começa a falar para os seus três colegas de trabalho no Two Rivers Marketing, na cidade de Des Moines. Ele sempre tentou convertê-los ao cristianismo. Para o que é ateu, diz: “Se a vida é só isso, é inútil. Há muito mais na vida, você precisa descobrir isso.” Para o que é mórmon, um aviso: “Você está em uma religião falsa”. Finalmente, diz ao que é agnóstico: “Se você morrer sem conhecer a Jesus Cristo, vai acabar no inferno”.

Eric já está falando há mais de 20 minutos. Começa a falar sobre o céu como uma festa gigante, e diz que estará esperando por cada um de seus filhos com uma cerveja gelada na mão. “Espero que haja cerveja no céu”, ele exclama. “Se não, pode ser um inferno…”

Ele conclui: “Esta é a prova. Existe um propósito para todos vocês, o propósito de Deus. Vocês precisam descobrir”. Eric fecha os olhos, repete o Pai-nosso. Abre os olhos. “Tudo bem, eu vou assinar”, ele diz.

Todo mundo na cozinha há muito já estava com o rosto coberto de lágrimas. Eles ficaram em silêncio a maior parte do tempo, mas quando Eric começou a oração do Pai-nosso, juntaram-se a ele. Eric limpa o nariz com camiseta uma última vez. Olha para a câmera. “Eu te amo”, diz. “Quero terminar dizendo: ‘Eu te amo’.” Com um sorriso triste no rosto, sussurra: “Adeus”. A tela congela no leve sorriso de Eric.

Ella (foto) nasceu depois da morte do pai. É a única menina da família.

Somente depois de três anos Heather começou a se relacionar com outra pessoa e decidiu divulgar o vídeo como seu esposo pedira.

Veja o vídeo que conta essa história (em inglês):






Assista ao vídeo-testamento de Eric abaixo (em inglês)


Fonte: Des Moines Register e Pavablog

terça-feira, 22 de setembro de 2009

O Que é a Igreja? (II)

Como daremos respostas, se não conhecemos as perguntas?

A postura monastérica, sacro-santa, topetuda e soberba do tradicionalismo moralista religioso levou a igreja dos últimos tempos ao afastamento, à irrelevância, ao descrédito e à vergonha alheia. A mornidão é repugnante. Estamos na goela do Senhor. Mas um pouco, e ele nos vomita!

Eu acredito que ainda dá tempo de mudar essa história. Ainda há de tempo de resgatar a Missão. Ainda dá tempo de fazer história. Ainda dá tempo de viver para cumprir os propósitos de Deus na nossa geração.

Mas não é muito o tempo que temos... Precisamos correr, retomar o caminho do quebrantamento, do amor, da verdade, da santificação em ação.

Ainda dá... espero que dê... Será?

Achado com um clique despretencioso qualquer no YouTube...

O Que é a Igreja? (I)

Enquanto muitos insistem em apontar os erros e as falhas dos outros, ou descrever onde a igreja local tem deixado de ser igreja, eu proponho em desafiar você: onde você está que não tem sido a Igreja que Jesus quer você seja?

Via Vineyard Café

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Pra Cumprir Teu Chamado

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