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terça-feira, 4 de junho de 2013

MUITO PREOCUPANTE!!!

Os cristãos são mais parecidos com Jesus ou com os fariseus?

Por Jarbas Aragão em Gospel Prime

Uma das críticas mais comuns feitas ao cristianismo de hoje é que é uma religião cheia de pessoas hipócritas. Um novo estudo publicado pelo Grupo Barna, especialista em religião, mostra como os cristãos parecem ter perdido sua preocupação com as atitudes de Jesus em relação aos outros.

O projeto foi coordenado por David Kinnaman, presidente do Grupo Barna, em conjunto com John Burke, autor de livros sobre Jesus. Conduzido entre pessoas que se identificam como cristãos, seu objetivo era determinar como as atitudes dos cristãos são mais parecidas com Jesus ou com os fariseus, um grupo judeu mencionado no Novo Testamento liderado por líderes hipócritas.

A metodologia usada foi apresentar 20 afirmações relativas a Jesus e perguntar se as pessoas concordam ou discordam delas. Em seguida, foram apresentadas 10 ideias típicas dos fariseus, e eles também deveriam responder se concordam ou não.

Kinnaman explica que a intenção é gerar uma nova discussão sobre os aspectos intangíveis sobre como alguém pode de fato mostrar o que significa ser um seguidor de Jesus. Obviamente, a pesquisa de opinião não é definitiva para medir a totalidade da igreja cristã, mas os resultados obtidos podem incentivar a reflexão por parte dos cristãos.

Estas foram as declarações de pesquisa que visavam examinar qual a semelhança com Cristo:

Ações de Jesus:
  • Escuto os outros e busco conhecer a sua história antes de falar-lhes sobre a minha fé.
  • Nos últimos anos, tenho influenciado várias pessoas a desejarem seguir a Cristo.
  • Costumo optar por fazer minhas refeições com pessoas muito diferentes de mim em questões de fé e moral.
  • Tento descobrir as necessidades dos não-cristãos, ao invés de esperar que eles simplesmente venham até mim.
  • Dedico parte do meu tempo com os não-cristãos para ajudá-los a seguir a Jesus.
  • Eu creio que Deus valoriza todas as pessoas, independentemente de como vivem ou viveram até o presente.
  • Eu creio que Deus pode ser conhecido por todos.
  • Eu vejo Deus trabalhando na vida das pessoas, mesmo quando elas não o seguem.
  • É mais importante ajudar as pessoas a conhecer quem Deus é do que acusá-las de serem pecadores.
  • Sinto compaixão por pessoas que não estão seguindo a Deus e fazem coisas que considero imorais.
As declarações utilizadas para avaliar o sentimento de justiça própria, como fariam os fariseus:
  • Sempre conto aos outros que a coisa mais importante na minha vida é seguir as regras de Deus.
  • Eu não falo sobre meus pecados ou lutas. Isso diz respeito apenas a mim e a Deus.
  • Procuro evitar de passar tempo com as pessoas que são imorais (como gays, lésbicas ou usuários de drogas).
  • Gosto de corrigir aqueles que não têm a teologia ou a doutrina certa.
  • Eu prefiro servir as pessoas que são da minha igreja ou denominação, e não os sem igreja.
  • Acho difícil fazer amizade com pessoas que parecem sempre fazer as coisas erradas.
  • Não é minha responsabilidade ajudar as pessoas que não ajudam a si mesmas.
  • Sou grato a Deus por ser um cristão especialmente quando vejo as falhas e os defeitos de outras pessoas.
  • Acredito que devemos ficar contra aqueles que se opõem aos valores cristãos.
  • Pessoas que seguem as regras de Deus são melhores do que aqueles que não seguem.
Após catalogar as repostas, foi elaborado o seguinte quadro, com 2 eixos, atitudes e ações e se estão mais perto das atitudes de Cristo ou dos fariseus:



Foram entrevistadas 1.008 pessoas maiores de 18 anos. Para esclarecimentos, a primeira pergunta era a afiliação religiosa da pessoa. Caso se identificasse como cristã, a segunda era como ela se definia. 

Evangelicais são as pessoas que participam de uma igreja não denominacional e que tem dificuldade em se identificar com o título de “evangélicos”. “Nascidos de novo” são pessoas que dizem ter passado por uma experiência com Deus e são batizados.

Nominais são os cristãos “não praticantes”, que apenas seguem a tradição da família. Católico e evangélico praticante são aqueles que frequentam a igreja pelo menos uma vez por mês e dizem cultivar o hábito da oração.

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Sinceramente, essa doeu...


terça-feira, 5 de fevereiro de 2013

Enfrentando e Sobrevivendo em Tempos de Tempestades

Não poucas vezes temos de enfrentar circunstâncias difíceis e contrárias. Como agir e reagir a elas? O que a Bíblia tem a nos ensinar de maneira que possamos enfrentar e vencer cada tempestade que temos de enfrentar na vida? Mensagem de 20/01/2013. 

terça-feira, 5 de julho de 2011

Até os Confins da Terra...

Imagens de 1976 que mostram o primeiro contato de um homem branco com uma tribo da Papúa Nova Guiné. A tribo chama-se Toulambi e as reações ao ver um homem branco são emocionantes. Coloquem-se na situação deles, pensando como seria ver algo totalmente diferente, mas igualzinho a você, pela primeira vez na vida. Eles passam a mão, sentem os músculos dele pra acreditar que é um homem igual a eles por baixo daquela pele branca. Depois a reação mais engraçada é ao serem apresentados a um espelho. (Fonte: Flávio Lamenza)

Até que todo joelho se dobre e toda língua confesse que Jesus Cristo é Senhor para a glória de Deus Pai.

terça-feira, 17 de maio de 2011

Manifestação da Igreja Evangélica Luterana do Brasil (IELB)

A Igreja Evangélica Luterana do Brasil (IELB) está estabelecida num país onde há liberdade de viver, se expressar e agir conforme a decisão ou vontade de cada um. Assim, a opção sexual faz parte dessa liberdade. Por outro lado, a IELB também entende que a liberdade de discordar e não aceitar em seu meio uma união homossexual, por esta ferir os princípios da Bíblia Sagrada, faz parte da sua liberdade e não lhe pode ser cerceada, pois fere a Constituição Nacional. A Constituição Brasileira, no seu Artigo V, incisos IV, VI, VIII e IX, diz:


IV – é livre a manifestação do pensamento, sendo vedado o anonimato;


VI – é inviolável a liberdade de consciência e de crença, sendo assegurado o livre exercício dos cultos religiosos e garantida, na forma da lei, a proteção aos locais de culto e a suas liturgias;


VIII – ninguém será privado de direitos por motivo de crença religiosa ou de convicção filosófica ou política, salvo se as invocar para eximir-se de obrigação legal a todos imposta e recusar-se a cumprir prestação alternativa, fixada em lei;


IX – é livre a expressão da atividade intelectual, artística, científica e de comunicação, independentemente de censura ou licença;


Assim, precisamos diferenciar homossexualismo de homofobia. A Igreja Luterana não concorda com a conduta homossexual, mas não discrimina o ser humano homossexual.


Por isso declaramos:


1 – A IGREJA EVANGÉLICA LUTERANA DO BRASIL crê e confessa que a sexualidade é um dom de Deus, destinado por Deus para ser vivido entre um homem e uma mulher dentro do casamento.


2 - A IELB crê e confessa que o homossexual é amado por Deus como são amadas por Deus todas as suas criaturas.


3 - Em amando todas as pessoas e também o homossexual, Deus não anula o propósito da sua criação.


4 - Por esta razão, a igreja, em acordo com a Sagrada Escritura, denuncia na homossexualidade um desvio do propósito criador de Deus, fruto da corrupção humana que degrada a pessoa e transgride a vontade de Deus expressa na Bíblia. “Com homem não te deitarás, como se fosse mulher: é abominação. Nem te deitarás com animal, para te contaminares com ele, nem a mulher se porá perante um animal, para ajuntar-se com ele: é confusão. Portanto guardareis a obrigação que tendes para comigo, não praticando nenhum dos costumes abomináveis que praticaram antes de vós, e não vos contamineis com eles: Eu sou o Senhor vosso Deus” (Levítico 18.22,23,30); “Por isso Deus entregou tais homens à imundícia, pelas concupiscências de seus próprios corações, para desonrarem os seus corpos entre si; semelhantemente, os homens também, deixando o contato natural da mulher, se inflamaram mutuamente em sua sensualidade, cometendo torpeza, homens com homens, e recebendo em si mesmos a merecida punição do seu erro” Romanos 1.24,27); “Ou não sabeis que os injustos não herdarão o reino de Deus? Não vos enganeis: nem impuros, nem idólatras, nem adúlteros, nem efeminados, nem sodomitas, nem ladrões, nem avarentos, nem bêbados, nem maldizentes, nem roubadores herdarão o reino de Deus” (1 Coríntios 6.9-10).


5 - Porque a homossexualidade transgride a vontade de Deus e porque Deus enviou a igreja a levar Cristo Para Todos, a igreja se compromete a encaminhar o homossexual dentro do que preceitua o amor cristão e na sua competência de igreja, visando a que as pessoas vivam vida feliz e agradável a Deus; Mateus 19.5: “... Por esta causa deixará o homem pai e mãe, e se unirá a sua mulher, tornando-se os dois uma só carne.”


6 - A IELB, repudiando qualquer forma de discriminação, deve estar ao lado também das pessoas de comportamento homossexual, para lhes dar o apoio necessário e possam vir a ter a força para viver vida agradável a Deus.


7 - Diante disto repudiamos a idéia de se conceder à união entre homossexuais o caráter de matrimônio legítimo porque contraria a vontade expressa de Deus e dificulta, se não impossibilita, a oportunidade de tais pessoas revisarem suas opções e comportamento.


8 - Repudiamos também, por conseqüência, a hipótese de ser dado a um casal homossexual a adoção e guarda de crianças como filhos porque entre outros prejuízos de formação, formará na criança uma visão distorcida da sua própria natureza.


Fiéis ao nosso lema CRISTO PARA TODOS ensinamos que a igreja renova também o seu compromisso de receber pessoas homossexuais no amor de Cristo visando que a fé em Jesus as transforme para a nova vida da qual Deus se agrada.


Em nome da Igreja Evangélica Luterana do Brasil

quinta-feira, 28 de abril de 2011

Pr. David Wilkerson morre em acidente de carro no Texas

A CBN News acaba de noticiar (26/04/11 – 23:00hs no Brasil) que o Rev. David Wilkerson, morreu nesta quarta-feira em um acidente de carro, de acordo com uma fonte próxima à CBN News.

Wilkerson tinha 79 anos. A sua esposa Gwen também estava envolvida no acidente e foi levada para o hospital. Deixou 4 filhos e 11 netos.

Wilkerson foi o pastor fundador da Igreja de Times Square em Nova York (com mais de 8.000 membros) e presidente do “Desafio Jovem”, entidade destinada a recuperar drogados. Escritor de vários livros dentre eles A Cruz e o Punhal.

O Rev. David estava na estrada I 175 no Texas quando tentou uma ultrapassagem e teve seu carro atingido por uma carreta na direção oposta.

Seus sermões denunciando o mundanismo e as falsas manifestações espirituais na igreja são famosos. Uma voz profética foi silenciada. Que o Senhor console a família a aos muitos que sentirão falta de suas palavras inspiradoras.


Este sermão é sucesso no YOU TUBE, onde o pastor desafia a veracidade ou a edificação de certos moveres e fenômenos nas igrejas de hoje:


Fonte: Genizah

segunda-feira, 25 de abril de 2011

Fé em Deus e Pé na Tábua

Texto publicado originalmente no G1, divulgado pelo Pavablog e copiado pelo TeuChamado na maior cara de pau...
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O Brasil foi o terceiro país em que mais se acredita em ‘Deus ou em um ser supremo’ em uma pesquisa conduzida em 23 países.

A pesquisa, feita pelo empresa de pesquisa de mercado Ipsos para a agência de notícias Reuters, ouviu 18.829 adultos e concluiu que 51% dos entrevistados ‘definitivamente acreditam em uma ‘entidade divina’ comparados com os 18% que não acreditam e 17% que não têm certeza’.

O país onde mais se acredita na existência de Deus ou de um ser supremo é a Indonésia, com 93% dos entrevistados. A Turquia vem em segundo, com 91% dos entrevistados e o Brasil é o terceiro, com 84% dos pesquisados.

Entre todos os pesquisados, 51% também acreditam em algum tipo de vida após a morte, enquanto que apenas 23% acreditam que as pessoas param de existir depois da morte e 26% ‘simplesmente não sabem’.

Entre os 51% que acreditam em algum tipo de vida após a morte, 23% acreditam na vida após a morte, mas ‘não especificamente em um paraíso ou inferno’, 19% acreditam ‘que a pessoa vai para o paraíso ou inferno’, outros 7% acreditam que ‘basicamente na reencarnação’ e 2% acreditam ‘no paraíso, mas não no inferno’.

Nesse mesmo quesito, o México vem em primeiro lugar, com 40% dos entrevistados afirmando que acreditam em uma vida após a morte, mas não em paraíso ou inferno. Em segundo está a Rússia, com 34%. O Brasil fica novamente em terceiro nesta questão, com 32% dos entrevistados.

Mas o Brasil está em segundo entre os países onde as pessoas acreditam ‘basicamente na reencarnação’, com 12% dos entrevistados. Apenas a Hungria está à frente dos brasileiros, com 13% dos entrevistados. Em terceiro, está o México, com 11%.

Entre os que acreditam que a pessoa vai para o paraíso ou para o inferno depois da morte, o Brasil está em quinto lugar, com 28%. Em primeiro, está a Indonésia, com 62%, seguida pela África do Sul, 52%, Turquia, 52% e Estados Unidos, 41%.

Criação X evolução
As discussões entre evolucionistas e criacionistas também foram abordadas pela pesquisa do instituto Ipsos.

Entre os entrevistados no mundo todo, 28% se definiram como criacionistas, acreditam que os seres humanos foram criados por uma força espiritual como o Deus em que acreditam e não acreditam que a origem do homem viesse da evolução de outras espécies como os macacos.

Nesta categoria, o Brasil está em quinto lugar, com 47% dos entrevistados, à frente dos Estados Unidos (40%). Em primeiro lugar está a Arábia Saudita, com 75%, seguida pela Turquia, com 60%, Indonésia em terceiro (57%) e África do Sul em quarto lugar, com 56%.

Por outro lado, 41% dos entrevistados no mundo todo se consideram evolucionistas, acreditam que os seres humanos são fruto de um lento processo de evolução a partir de espécies menos evoluídas como macacos.

Entre os evolucionistas, a Suécia está em primeiro lugar, com 68% dos entrevistados. A Alemanha vem em segundo, com 65%, seguida pela China, com 64%, e a Bélgica em quarto lugar, com 61% dos pesquisados.

Descrentes e indecisos
Entre os 18.829 adultos pesquisados no mundo todo, um total de 18% afirmam que não acreditam em ‘Deus, deuses, ser ou seres supremos’.

No topo da lista dos descrentes está a França, com 39% dos entrevistados. A Suécia vem em segundo lugar, com 37% e a Bélgica em terceiro, com 36%. No Brasil, apenas 3% dos entrevistados declararam que não acreditam em Deus, ou deuses ou seres supremos.

A pesquisa também concluiu que 17% dos entrevistados em todo o mundo ‘às vezes acreditam, mas às vezes não acreditam em Deus, deuses, ser ou seres supremos’.

Entre estes, o Japão está em primeiro lugar, com 34%, seguido pela China, com 32% e a Coréia do Sul, também com 32%. Nesta categoria, o Brasil tem 4% dos entrevistados.

fonte: BBC Brasil

sexta-feira, 15 de abril de 2011

SE NÃO FOSSE A CRUZ


Rubens Lopes

E se não fosse à cruz?

Imaginemos que Cristo tivesse morrido de morte natural e não de morte violenta. Não aos 33 anos, mas uma idade provecta.

Não poderia a sua morte ter o mesmo efeito, sendo expiação?

Não: a morte tinha que ser de cruz porque cristo precisava morrer da pior das mortes, que só podia ser essa. Tanto que o apóstolo Paulo falando de obediência de Jesus Cristo, diz que ele, achado na forma de homem, humilhou-se a si mesmo, sendo obediente até a morte de cruz. (Fp 2.8)

Dissemos que a cruz era a pior das mortes: por que?

Por ser a mais dolorosa e cruel?

Não, havia outra mais desumana – o esquartejamento. Um cavalo era amarrado a cada um dos pés e a cada um dos braços do condenado, em seguida, os quatro animais disparavam em direção opostas, arrancando os membros ao tronco do infeliz.

Pena capital das mais antigas. Metius Suffetius, ditador da Alba, acusado de ter levantado contra Roma a cidade de fidenes, foi condenado a esse suplício: dois carros puxados por 4 cavalos dirigidos em sentido contrário.

Assim se puniam igualmente os regicidas na antiguidade.

A cruz era menos hedionda do que isso.

Porque cruz era maldição. Maldição dos homens e maldição de Deus.

Dos homens porque essa era a execução reservada para facínoras e para escravos. De Deus porque estava escrito: “Quando alguém houver pecado digno do juízo de morte e haja de morrer e o pendurares num madeiro. seu cadáver não permanecerá no madeiro, mais certamente o enterrarás no mesmo dia; porquanto o pendurado é maldito de Deus. Assim não contaminaras a tua terra, que o Senhor teu Deus te dá em herança”. (Dt 21.22-23)

A maldição era tão grande que o cadáver poderia poluir o ambiente: impunha-se enterrá-lo no mesmo dia.

Cristo tinha que ser um maldito de Deus para salvar os malditos de Deus.

Que somos todos nós, desde que essa maldição resulta de cada violação que praticamos contra a lei de Deus – e quem não as cometer? Somos então delinqüentes que incorrem na condenação da lei. Da lei de Deus.

Como poderia Cristo salvar-nos se não fosse contado com os transgressores como escreveu o profeta Isaías? (53.12)

Assim ele se fez maldição por nós: “Cristo nos resgatou da maldição da lei, fazendo-se maldição por nós. Porque está escrito: maldito todo aquele que for pendurado no madeiro.” (Gl 3.13)

E para fazer-se maldição ele tinha que morrer pregado numa cruz, que era maldição.

A cruz não foi sentença só humana, mas divina. A cruz tinha que ser.

E foi.

quinta-feira, 7 de abril de 2011

terça-feira, 4 de janeiro de 2011

E a Bíblia tem Razão Novamente...

Abstinência antes do casamento melhora vida sexual, diz estudo.
Fonte: Folha

NOVA YORK - Casais que esperam para ter relações sexuais depois do casamento acabam tendo relacionamentos mais estáveis e felizes, além de uma vida sexual mais satisfatória, segundo um estudo publicado pela revista científica Journal of Family Psychology, da Associação Americana de Psicologia.

Pessoas que praticaram abstinência até a noite do casamento deram notas 22% mais altas para a estabilidade de seu relacionamento do que os demais.

As notas para a satisfação com o relacionamento também foram 20% mais altas entre os casais que esperaram, assim com as questões sobre qualidade da vida sexual (15% mais altas) e comunicação entre os cônjuges (12% maiores).

Para os casais que ficaram no meio do caminho - tiveram relações sexuais após mais tempo de relacionamento, mas antes do casamento - os benefícios foram cerca de metade daqueles observados nos casais que escolheram a castidade até a noite de núpcias.

Mais de duas mil pessoas participaram da pesquisa, preenchendo um questionário de avaliação de casamento online chamado RELATE, que incluía a pergunta "Quando você se tornou sexualmente ativo neste relacionamento?".

Religiosidade
Apesar de o estudo ter sido feito pela Universidade Brigham Young, financiada pela Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias, também conhecida como Igreja Mórmon, o pesquisador Dean Busby diz ter controlado a influência do envolvimento religioso na análise do material.

- Independentemente da religiosidade, esperar (para ter relações sexuais) ajuda na formação de melhores processos de comunicação e isso ajuda a melhorar a estabilidade e a satisfação no relacionamento no longo prazo - diz ele.

- Há muito mais num relacionamento que sexo, mas descobrimos que aqueles que esperaram mais são mais satisfeitos com o aspecto sexual de seu relacionamento.

O sociólogo Mark Regnerus, da Universidade do Texas, autor do livro Premarital Sex in America, acredita que sexo cedo demais pode realmente atrapalhar o relacionamento.

- Casais que chegam à lua de mel cedo demais - isso é, priorizam o sexo logo no início do relacionamento - frequentemente acabam em relacionamentos mal desenvolvidos em aspectos que tornam as relações estáveis e os cônjuges honestos e confiáveis.

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Pra Cumprir Teu Chamado

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