segunda-feira, 17 de junho de 2013

Programa Antenados na Geral - Rede Boas Novas

"Eu amaldiçoo o teu celular!"


Meu pitaco:
Tenho de admitir que, como pregador, é o que dá vontade de fazer também.

A verdade é que é bastante indelicado deixar o celular com volume em qualquer ajuntamento, seja uma reunião, um culto, uma sala de espera de consultório médico ou dentário e afins...

Mas que ele se deu a conhecer pela grosseria que fez ao vivo, isso foi...

Vi no pavablog

sexta-feira, 14 de junho de 2013

Menino de 4 anos emociona ao falar do céu dias antes de morrer

Ele sofria de um câncer raro no fígado, sua família agora atua arrecadando recursos para ajudar pesquisas de tratamento para a doença.
por Leiliane Roberta Lopes (via Gospel Prime)

Garoto de 4 anos emociona ao falar do céu dias antes de morrer Com apenas 4 anos de idade o garoto americano Silas Edenfield, de Lyons (Estados Unidos), enfrentava um câncer no fígado. Apesar da situação, o pequeno afirmava que moraria no céu ao lado de Deus.

Seus pais gravaram o desejo do menino em andar pelas ruas de ouro onde não sofreria mais de câncer e onde tudo era bom. O vídeo se tornou um sucesso na internet e a página no Facebook que antes pedia oração pela cura de Silas, se tornou um espaço para arrecadar ajuda para pesquisas de tratamento da doença.

No diálogo filmado, Silas afirma que ama o céu e que gostaria de estar lá o tempo todo. Questionado pela mãe se ele teria um novo corpo nos céus, Silas responde que sim e que seu corpo seria “sem câncer”. “Eu nunca vou ficar doente”.

O depoimento é emocionante, principalmente por saber que pouco depois da gravação o garoto veio a falecer. Descrito como um garoto divertido e que adorava o Senhor, Silas sofria de hepatoblastoma, uma doença rara que acomete, normalmente, meninos menores de três anos.

Sem medo da morte, o garoto dizia que no céu estaria com Jesus e com Deus. “Sabe qual é a parte favorita sobre o céu? É que tudo, as ruas são de ouro. E minha segunda coisa favorita é tudo é muito bom no céu… E Jesus e Deus estarão comigo”.

Os pais de Silas escreveram na página “Praying for Silas” que independentemente do que acontecesse com a criança, eles estariam glorificando a Deus. “O Senhor irá curar Silas, seja aqui na Terra, ou levando Silas para o céu onde ele receberá seu novo corpo e estará para sempre com Jesus! Seja o que Deus escolher, nós o glorificaremos”.

Após a morte do menino, que aconteceu no dia 25 de maio, os pais voltaram a atualizar a página dizendo: “Silas está em casa com o Senhor, sem mais sofrimento, sem mais dor. Ele está curado completamente”.

Assista (em inglês):

quarta-feira, 12 de junho de 2013

terça-feira, 11 de junho de 2013

OS SETE MANDAMENTOS DA BOA CONVIVÊNCIA ONLINE

Copiei descaradamente do Update or Die

Você carrega o seu celular com você 24h por dia. Até na hora de dormir você está disponível (especialmente se esquece de desligar os alertas sonoros do aparelho antes de plugá-lo na tomada). Os seus amigos mais próximos estão a um whatsapp de distância. Todos os outros amigos a um post ou mensagem no Facebook.

“Isso é fantástico”, você diria há uns 2 ou 3 anos.

Mas hoje a visão das pessoas sobre essa ubiquidade virtual tem mudado um pouco.

Todo mundo tem um amigo “sem noção” que te marca em uma foto que você não gostaria de ser marcado, ou que deixa um recado público na sua timeline falando de um assunto que na sua cabeça não é tão público assim. Ou como uma das entrevistadas fala no vídeo abaixo, algum amigo que faz questão de dar bom dia, boa tarde e boa noite no newsfeed do Facebook.

O mini-documentário abaixo é o resultado de uma pesquisa encomendada pela JWT e pela Pontomobi e realizada pela Na Rua sobre etiqueta na comunicação online. O projeto entrevistou mais de 350 pessoas e coletou informações sobre as boas e más práticas dos usuários de internet, especialmente no celular.

No decorrer do vídeo, eles apresentam 7 mandamentos para a boa convivência online:
  1. Não mandarás e-mails de trabalho de madrugada nem nos finais de semana.
  2. Frearás o impulso de bombardear o próximo.
  3. Serás mais criterioso ao compartilhar a informação.
  4. Controlarás tua ansiedade.
  5. Não tomarás o espaço alheio em vão.
  6. Não deixarás que o outro se sinta ignorado.
  7. Honra a tua timeline.
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É por isso (e por mais...) que eu encerrei a minha conta do FB.
Agora estou tentando levar a minha FanPage em frente. Veremos até quando eu suportarei a má convivência...

terça-feira, 4 de junho de 2013

MUITO PREOCUPANTE!!!

Os cristãos são mais parecidos com Jesus ou com os fariseus?

Por Jarbas Aragão em Gospel Prime

Uma das críticas mais comuns feitas ao cristianismo de hoje é que é uma religião cheia de pessoas hipócritas. Um novo estudo publicado pelo Grupo Barna, especialista em religião, mostra como os cristãos parecem ter perdido sua preocupação com as atitudes de Jesus em relação aos outros.

O projeto foi coordenado por David Kinnaman, presidente do Grupo Barna, em conjunto com John Burke, autor de livros sobre Jesus. Conduzido entre pessoas que se identificam como cristãos, seu objetivo era determinar como as atitudes dos cristãos são mais parecidas com Jesus ou com os fariseus, um grupo judeu mencionado no Novo Testamento liderado por líderes hipócritas.

A metodologia usada foi apresentar 20 afirmações relativas a Jesus e perguntar se as pessoas concordam ou discordam delas. Em seguida, foram apresentadas 10 ideias típicas dos fariseus, e eles também deveriam responder se concordam ou não.

Kinnaman explica que a intenção é gerar uma nova discussão sobre os aspectos intangíveis sobre como alguém pode de fato mostrar o que significa ser um seguidor de Jesus. Obviamente, a pesquisa de opinião não é definitiva para medir a totalidade da igreja cristã, mas os resultados obtidos podem incentivar a reflexão por parte dos cristãos.

Estas foram as declarações de pesquisa que visavam examinar qual a semelhança com Cristo:

Ações de Jesus:
  • Escuto os outros e busco conhecer a sua história antes de falar-lhes sobre a minha fé.
  • Nos últimos anos, tenho influenciado várias pessoas a desejarem seguir a Cristo.
  • Costumo optar por fazer minhas refeições com pessoas muito diferentes de mim em questões de fé e moral.
  • Tento descobrir as necessidades dos não-cristãos, ao invés de esperar que eles simplesmente venham até mim.
  • Dedico parte do meu tempo com os não-cristãos para ajudá-los a seguir a Jesus.
  • Eu creio que Deus valoriza todas as pessoas, independentemente de como vivem ou viveram até o presente.
  • Eu creio que Deus pode ser conhecido por todos.
  • Eu vejo Deus trabalhando na vida das pessoas, mesmo quando elas não o seguem.
  • É mais importante ajudar as pessoas a conhecer quem Deus é do que acusá-las de serem pecadores.
  • Sinto compaixão por pessoas que não estão seguindo a Deus e fazem coisas que considero imorais.
As declarações utilizadas para avaliar o sentimento de justiça própria, como fariam os fariseus:
  • Sempre conto aos outros que a coisa mais importante na minha vida é seguir as regras de Deus.
  • Eu não falo sobre meus pecados ou lutas. Isso diz respeito apenas a mim e a Deus.
  • Procuro evitar de passar tempo com as pessoas que são imorais (como gays, lésbicas ou usuários de drogas).
  • Gosto de corrigir aqueles que não têm a teologia ou a doutrina certa.
  • Eu prefiro servir as pessoas que são da minha igreja ou denominação, e não os sem igreja.
  • Acho difícil fazer amizade com pessoas que parecem sempre fazer as coisas erradas.
  • Não é minha responsabilidade ajudar as pessoas que não ajudam a si mesmas.
  • Sou grato a Deus por ser um cristão especialmente quando vejo as falhas e os defeitos de outras pessoas.
  • Acredito que devemos ficar contra aqueles que se opõem aos valores cristãos.
  • Pessoas que seguem as regras de Deus são melhores do que aqueles que não seguem.
Após catalogar as repostas, foi elaborado o seguinte quadro, com 2 eixos, atitudes e ações e se estão mais perto das atitudes de Cristo ou dos fariseus:



Foram entrevistadas 1.008 pessoas maiores de 18 anos. Para esclarecimentos, a primeira pergunta era a afiliação religiosa da pessoa. Caso se identificasse como cristã, a segunda era como ela se definia. 

Evangelicais são as pessoas que participam de uma igreja não denominacional e que tem dificuldade em se identificar com o título de “evangélicos”. “Nascidos de novo” são pessoas que dizem ter passado por uma experiência com Deus e são batizados.

Nominais são os cristãos “não praticantes”, que apenas seguem a tradição da família. Católico e evangélico praticante são aqueles que frequentam a igreja pelo menos uma vez por mês e dizem cultivar o hábito da oração.

=====
Sinceramente, essa doeu...


PREOCUPANTE!!!

Pesquisa revela que evangélicos desconhecem as doutrinas básicas de sua fé

Um estudo do Instituto LifeWay Research sobre “posições doutrinárias”, mostra que, enquanto boa parte dos evangélicos têm uma boa compreensão dos ensinamentos doutrinários de suas igrejas, muitos tem dificuldade em explicar sua fé.

Questões básicas como a salvação, a Bíblia e a natureza de Deus podem confundir os fiéis. Quando perguntados ”Quando você morrer, irá para o céu pois confessou seus pecados e aceitou Jesus Cristo como seu Salvador?”, 19% disseram que não tem certeza. Cerca de 26% dos entrevistados (todos membros batizados de suas igrejas) acreditam que “se uma pessoa está sinceramente buscando a Deus, poderá obter a vida eterna através de outras religiões além do cristianismo”.

O pastor batista Ed Stetzer, presidente da LifeWay, acredita que hoje em dia as pessoas estão acostumadas a ter todo tipo de opinião anunciada pela mídia. “A verdade bíblica é radical porque ensina que a vida eterna é um relacionamento com Deus, através de Jesus Cristo”, lembra.

Entre as respostas dadas sobre a crença na vida após a morte estão:
  • “Quando você morrer, irá para o céu porque fez o melhor possível para ser uma boa pessoa e viver uma boa vida?” – 7 por cento dos fiéis responderam que sim.
  • “Você não tem como saber o que irá acontecer depois de sua morte” – 5 por cento concordaram com isso.
  • “Quando você morrer, irá para o céu porque Deus é amor e todo mundo vai estar no céu com Ele” – 4 por cento creem nisso.
  • “Quando você morrer, irá para o céu porque você leu a Bíblia, se envolveu na igreja, e tentou para viver como Deus queria que você vivesse ” – 2 por cento responderam positivamente.
  • “Não há vida após a morte” – 1 por cento pensa assim.
A pesquisa também questionou a singularidade do Deus da Bíblia. Contudo, 12% das pessoas não sabiam responder se havia diferença entre ele e os deuses descritos por outras religiões. Ao serem perguntados sobre o pecado, 13% dos evangélicos não sabem dizer se é necessário uma punição para os pecadores.


“Se as igrejas fizeram uma avaliação do que seus membros pensam sobre estas verdades bíblicas, muitos ficariam surpresos ao descobrir como as doutrinas básicas são ignoradas ou questionadas”, disse Stetzer. ”Cada igreja tem uma combinação diferente do número de discípulos maduros e de bebês espirituais que ainda necessitam compreender a mensagem básica do Evangelho”.

Ele explica que a LifeWay tem feito esse tipo de pesquisa pois acredita que o discipulado é um processo que deve ajudar cada pessoa a crescer em sua jornada espiritual. Mesmo assim, a maioria das igrejas tem deixado de lado a Escola Bíblica ou os chamados “cultos de doutrina”, preferindo focar nos “cultos da família” ou em eventos.

Essa pesquisa ouviu 2.930 adultos que são membros de uma igreja evangélica e frequentam os cultos no mínimo uma vez por mês. A margem de erro é de 1,8 por cento para mais ou para menos. Imagine no Brasil. Não precisa imaginar!

O BEPEC está em fase de pré pesquisa sobre tema semelhante e as tendências são estarrecedoras.

Vi primeiro no Genizah.com

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