quarta-feira, 30 de setembro de 2009

Beijos e Abraços

"Li sobre o desaparecimento de um hábito.

O de cumprimentar as pessoas com generosos apertos de mão.

Pensei também nos beijos nas faces. Sim, nas faces, pelo menos no Rio, onde há dois beijos. Em São Paulo, o pessoal é econômico: é só um na face. Mas me disseram que no Espírito Santo são três e no interior de Minas, cinco.

Gordos apertos de mão e sonoros beijos nas faces (que a Bíblia chama de "beijos" ou "ósculos santos"), com verdadeiros encontros de corpos, são gestos expressões de graça. São tão bons quantos belos abraços.

Para que economizar apertos de mão, beijos e abraços?"

Fonte: Prazer da Palavra

domingo, 27 de setembro de 2009

O AMANHÃ COMEÇA HOJE

Enquanto pensava sobre o dia 27 de setembro - Dia do Ancião - veio à minha memória uma história bastante real e comovente que recebi há algum tempo.

Conta-se que um frágil e velho homem foi viver com seu filho, nora, e o seu neto mais velho de quatro anos. As mãos do velho homem tremiam, e a vista era embaralhada, e o seu passo era hesitante. A família comia junta à mesa.

Mas as mãos trêmulas do avô ancião e sua visão falhando, tornou difícil o ato de comer. Ervilhas rolaram da colher dele sobre o chão. Quando ele pegou seu copo, o leite derramou na toalha da mesa. A bagunça irritou fortemente seu filho e nora: “Nós temos que fazer algo sobre o Vovô”, disse o filho. “Já tivemos bastante do seu leite derramado, ouvindo-o comer ruidosamente, e muita de sua comida no chão”.

Assim o marido e esposa prepararam uma mesa pequena no canto da sala. Lá vovô comia sozinho enquanto o resto da família desfrutava do jantar.
Desde que o Avô tinha quebrado um ou dois pratos, a comida dele foi servida em uma tigela de plástico.

Quando a família olhava de relance na direção do vovô, às vezes percebiam nele uma lágrima em seu olho por estar só. Ainda assim, as únicas palavras que o casal tinha para ele eram advertências acentuadas quando ele derrubava um garfo ou derramava comida.

O neto mais velho de quatro anos assistiu tudo em silêncio. Uma noite antes da ceia, o pai notou que seu filho estava brincando no chão com sucatas de madeira. Ele perguntou docemente para a criança, “O que você está fazendo?”

Da mesma maneira dócil, o menino respondeu “Oh, eu estou fabricando uma pequena tigela para você e mamãe comerem sua comida quando eu crescer.”

O neto mais velho de quatro anos sorriu e voltou a trabalhar. As palavras do menino golpearam os pais que ficaram mudos. Então lágrimas começaram a fluir em seus rostos. Entretanto nenhuma palavra foi falada, ambos souberam o que devia ser feito.

Aquela noite o marido pegou a mão do Vovô e com suavidade o conduziu atrás da mesa familiar. Para o resto de seus dias de vida ele comeu sempre com a família. E por alguma razão, nem marido nem esposa pareciam se preocupar mais quando um garfo era derrubado, ou leite derramado, ou que a toalha da mesa tivesse sujado.

Que nossas atitudes sejam motivadas pelos valores cristãos do respeito aos mais velhos. A Bíblia nos ensina que colhemos o que semeamos. Nossos filhos estão observando como lidamos com os cabelos brancos, pele enrugada, pouca mobilidade. O que eles virem, por certo farão conosco quando for a nossa vez.

Não nos esqueçamos que a Palavra diz que ainda na velhice, cada um de nós deverá frutificar (Salmo 92.14). Nossa igreja é abençoada, pois tem em seus quadros gente que tem muita história para contar. Gente querida que já passou dos 70, dos 80 e alguns têm ultrapassado os 90. Que privilégio para os nossos filhos viverem ao lado de gente com tanta idade que ainda têm tanto para dar.

Que aprendamos sempre com esses que já viram muito e quase de tudo. Que eles aprendam conosco também a vibrar com a vida, com o novo, com o mover e agir de Deus hoje.

quinta-feira, 24 de setembro de 2009

A Soma dos Talentos

Por Michel Quoist

Se a nota dissesse:
Não é uma nota que faz uma música
...não haveria sinfonia.

Se a palavra dissesse:
Não é uma palavra que pode fazer uma página.
...não haveria livro.

Se a pedra dissesse:
Não é uma pedra que pode montar uma parede.
...não haveria casa.

Se a gota dissesse:
Não é uma gota que pode fazer um rio.
...não haveria oceano.

Se o grão de trigo dissesse:
Não é um grão de trigo que pode semear um campo.
...não haveria colheita.

Se o homem dissesse:
Não é um gesto de amor que pode salvar a humanidade,
Jamais haveria justiça e paz, dignidade e felicidade na terra dos homens.

Como a sinfonia precisa de cada nota.
Como o livro precisa de cada palavra.
Como a casa precisa de cada pedra.
Como o oceano precisa de cada gota de água.
Como a colheita precisa de cada grão de trigo.
A humanidade inteira precisa de ti,
Pois onde estiveres, és único e, portanto, insubstituível.

Dica do meu caríssimo colega Luis Roberto Silvado

Próximo domingo, na IBMéier!

Clique sobre a imagem para vê-la com melhor resolução.

quarta-feira, 23 de setembro de 2009

Ainda Sobre o Hino Nacional Brasileiro

Não sei se proceder a história. Mas é, no mínimo, curiosa e interessante: o Hino Nacional Brasileiro teria letra para ser cantada em sua introdução!

Sempre achei que introdução de hino fosse apenas instrumental. Mas vá lá... até que é legal.

Agora, se o povo não sabe cantar o hino com as estrofes tradicionais, imagina o que sairá quando os incautos tentarem cantar a letra da tal introdução do HNB? Será que a Vanusa conseguiria articular bem "Gravai com buril, nos pátrios anais do vosso poder". E ainda: "Servi o Brasil sem esmorecer, com ânimo audaz. Cumpri o dever na guerra e na paz à sombra da lei. À brisa gentil, o lábaro erguei do belo Brasil. Eia, sus! Oh, sus!"

Nem quero pensar o que poderia sair daquela boca "dopada" por remédios...

Eu gostei! Parece brincadeira de trava-língua...

Assita o vídeo e, se gostar (ou não), faça seu comentários.
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POR QUE COISAS RUINS ACONTECEM A PESSOAS BOAS?**

**Mensagem pregada no dia 20/09/2009 no culto da noite da Igreja Batista do Méier.

Em Êxodo 5.22 encontramos o desabafo de Móisés: “Por que, Senhor, maltrataste este povo?” Não são poucas as vezes em que temos vontade, e até chegamos ao ponto de dizer isso pra Deus também?

Na semana que passou, um amigo disse-me que eu estava muito calado e introspectivo... as últimas experiências me levaram a uma momento de quietude diante de Deus, sim!

Você já tentou explicar ou mesmo compreender, por que coisas ruins acontecem a pessoas boas? Negócios fracassam; empregos se perdem; dificuldades financeiras ocorrem; entes queridos contraem enfermidades sérias ou morrem. “O que fizeram para merecer isso?” – nos perguntamos.

O outro lado da moeda também é intrigante: por que coisas boas acontecem a pessoas más? Por que injustos enriquessem, por que criminosos estão à solta, por que a justiça não se aplica de forma cabal e definitva?

O rabino Harold Kushner escreveu um livro na tentativa de oferecer recursos e entendimento a partir das Escrituras do Antigo Testamento para enfrentarmos o sofrimento humano. É um livro muito bom de ser lido.

A questão é que esse tema é tão antigo quanto o é o ser humano. Platão e outros, passando por Epicúro, chegando a filósofos da modernidade e teólogos contemporâneos se assentam para buscar e tentar encontrar sentido e significado em meio às lágrimas e dores que temos de enfrentar.

A maioria de nós sustenta uma visão de “causa e efeito” na vida. Se você faz algo errado, enfrenta as consequências. Mas, e quando você não fez nada errado, como lidar com coisas ruins?

Muitos respostas na religiosidade, que é a busca do homem de ser bom o bastante para agradar a Deus.

A questão é que Deus não possui filhos prediletos!

Tenho confirmado a cada dia que é impossível ao finito compreender e explicar o infinito.

Lembro-me da fase em que a Letícia era bebê e tínhamos um calendário de vacinação para cumprir. Em duas situações particularmente as lembranças ficaram marcadas para sempre: a primeira quando do exame do pezinho, e a segunda quando a levamos numa clínica de vacinação em Copacabana. Se ela pudesse formular argumentos diria (pelo menos, eu diria isso...): “Quanto horro! Por que tanta dor? Não estou acreditando que vocês me trouxeram a esse lugar pra isso” Vocês traíram a minha confiança! Eu achava que vocês me amavam...”

Eu nunca tive dúvida do meu amor por ela. Sempre soube o que estava fazendo. Sabia que aquela dor era necessária. Tenho confessar: parecia doer tanto em mim, quanto sabia estava doendo nela.

Para piorar as coisas, hoje temos uma mensagem pregada que é aberração na perspectiva dos ensinamentos bíblicos.

A chamada doutrina da prosperidade severiza as consequências negativas do enfrentamento inevitável da dor e do sofrimento humano. Ao invés de dar paz e conforto, tal mensagem gera culpa e inconformidade. Resultado: gente frustrada por todo lado! É uma mensagem que atua como praga daninha! Suga os recursos, utiliza-os em finalidades escusas, esvazia o entendimento, cega a visão, destrói o coração, corrompe a fé.

A Bíblia oferece recursos para enfrentarmos a dor, as perdas e o sofrimento. Ao contrário, nossa cultura não nos prepara para isso.

Recursos não são, necessariamente, respostas. O que Deus disse a Móisés? Espere e verá que no fim tudo dará certo.

Alguns indicativos da Palavra para os que sofrem:

1) Algumas coisas ruins são produtos do mundo decaído que nos cerca. “Saiba disto: nos últimos dias sobrevirão tempos terríveis. Os homens serão egoístas, avarentos, presunçosos, arrogantes, blasfemos, desobedientes aos pais, ingratos, ímpios, sem amor pela família, irreconciliáveis, caluniadores, sem domínio próprio, cruéis, inimigos do bem, traidores, precipitados, soberbos, mais amantes dos prazeres do que amigos de Deus, tendo aparência de piedade, mas negando o seu poder. Afaste-se desses também” (II Timóteo 3.1-5).

2) Mesmo coisas ruins podem ser usadas por Deus para o bem. “Sabemos que Deus age em todas as coisas para o bem daqueles que O amam, dos que foram chamados de acordo com o Seu propósito” (Romanos 8.28).


Kushner afirma: Ao invés de insistirmos nos porquês, a formulação melhor é: “Se isto me aconteceu, que faço eu agora, e quem está aí para me ajudar?”


3) A dor que enfrentamos é sempre uma oportunidade de descobrirmos algo novo acerca de Deus e de nós mesmos. “Antes eu te conhecia apenas de ouvir falar, mas agora os meus olhos te contemplam” (Jó 42.5)

4) As Escrituras são o recurso de todas as épocas para se lidar com circunstâncias boas ou ruins da vida. “Lâmpada para os meus pés é a tua palavra e, luz para os meus caminhos. Jurei e confirmei o juramento de guardar os teus retos juízos. Estou aflitíssimo; vivifica-me, SENHOR, segundo a tua palavra. Aceita, SENHOR, a espontânea oferenda dos meus lábios e ensina-me os teus juízos. Estou de contínuo em perigo de vida; todavia, não me esqueço da tua lei. Armam ciladas contra mim os ímpios; contudo, não me desvio dos teus preceitos. Os teus testemunhos, recebi-os por legado perpétuo, porque me constituem o prazer do coração. Induzo o coração a guardar os teus decretos, para sempre, até ao fim. Aborreço a duplicidade, porém amo a tua lei. Tu és o meu refúgio e o meu escudo; na tua palavra, eu espero." (Salmo 119.105-114)

5) Toda dor que enfrentamos tem o poder de capacitarmos para caminhar com outro alguém que sofre. “Bendito seja o Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, o Pai de misericórdias e Deus de toda consolação! É ele que nos conforta em toda a nossa tribulação, para podermos consolar os que estiverem em qualquer angústia, com a consolação com que nós mesmos somos contemplados por Deus. Porque, assim como os sofrimentos de Cristo se manifestam em grande medida a nosso favor, assim também a nossa consolação transborda por meio de Cristo. Mas, se somos atribulados, é para o vosso conforto e salvação; se somos confortados, é também para o vosso conforto, o qual se torna eficaz, suportando vós com paciência os mesmos sofrimentos que nós também padecemos. A nossa esperança a respeito de vós está firme, sabendo que, como sois participantes dos sofrimentos, assim o sereis da consolação." (2 Coríntios 1.3-7)

Em meio à dor, considere a possibilidade de ser usado por Deus para caminhar com alguém, compartilhando as lágrimas, os recursos, e descobrir as possibilidades. É grande o valor da palavra de alguém que pode dizer: “Eu já passei por isso também!”


CONCLUSÃO
Não adianta ficarmos buscando respostas. Poucas vezes as encontraremos. Se as tivermos, glórias a Deus! O fato é que quase sempre, pouco coisa faz sentido no presente.

Porém, a atitude deve ser crer no amor infalível e soberano de Deus, na liberdade que ele nos dá, nos desígnios dele. “Agora não compreendes o que eu faço, mas depois entenderás.” (João 13.7)

Coisas ruins continuarão acontecendo a pessoas boas, e coisas boas continuarão acontecendo a pessoas más. É ao que estamos fadados.

Eu creio, porém, que enquanto isso tudo acontece eu estou sendo preparado para ser colocado na glória eterna. Estou aqui de passagem. Sou peregrino! É para lá que vou.

E enquanto estou por aqui, quero viver para mostrar ao mundo que apesar no meio da dor, eu experimento o amor e a esperança que encontro em Deus.

“Por que dele, por ele e para ele são todas as coisas”, tanto boas quanto ruins. Que Deus abençoe a sua vida!

Você é Bom o Suficiente?

terça-feira, 22 de setembro de 2009

O Que é a Igreja? (II)

Como daremos respostas, se não conhecemos as perguntas?

A postura monastérica, sacro-santa, topetuda e soberba do tradicionalismo moralista religioso levou a igreja dos últimos tempos ao afastamento, à irrelevância, ao descrédito e à vergonha alheia. A mornidão é repugnante. Estamos na goela do Senhor. Mas um pouco, e ele nos vomita!

Eu acredito que ainda dá tempo de mudar essa história. Ainda há de tempo de resgatar a Missão. Ainda dá tempo de fazer história. Ainda dá tempo de viver para cumprir os propósitos de Deus na nossa geração.

Mas não é muito o tempo que temos... Precisamos correr, retomar o caminho do quebrantamento, do amor, da verdade, da santificação em ação.

Ainda dá... espero que dê... Será?

Achado com um clique despretencioso qualquer no YouTube...

O Que é a Igreja? (I)

Enquanto muitos insistem em apontar os erros e as falhas dos outros, ou descrever onde a igreja local tem deixado de ser igreja, eu proponho em desafiar você: onde você está que não tem sido a Igreja que Jesus quer você seja?

Via Vineyard Café

sexta-feira, 18 de setembro de 2009

Próximo domingo, na IBMéier!

Clique sobre a imagem para ver ampliada.

PARA O BRASIL MUDAR


A primeira multiplicação dos pães realizada pelo Senhor Jesus traz grandes ensinamentos para aqueles que querem ver o Brasil transformado. Em tempos de campanhas por todo o país, quando os olhos de todos se voltam para as necessidades físicas e materiais do povo brasileiro, nós somos desafiados a olhar além. Queremos ver necessidades mais profundas do coração dos brasileiros atendidas. O povo tem fome de comida, de justiça, de segurança, de moral, de amor, de mudança. O povo brasileiro precisa experimentar transformação! Sabemos que as mudanças mais profundas em nossa sociedade não acontecem com pacotes econômicos, reformas previdenciárias ou tributárias. Estas mudanças são importantes e urgentes, mas não têm poder de mudar o homem de dentro para fora. Só Cristo pode operar estas mudanças.

Eu creio que o poder para mudar o Brasil está nas mãos da igreja! Por isso, para o Brasil mudar, você precisa conhecer a necessidade a sua volta (v. 34-35). O capítulo 6 começa narrando a trágica morte de João Batista. Ali é descrito o caos em que o país se encontrava. Tempo de disparidade e desigualdade. Enquanto Herodes se banqueteia com os seus súditos em um ritual de promiscuidade atroz, o seu povo caminha pelas ruas sofrendo fome e abandono. Este é o quadro que Jesus vê e que é descrito pelo evangelista Marcos. O Senhor Jesus deixa-se dominar pelo sentimento que o move a agir em favor daquelas pessoas que estavam aflitas e desamparadas. Ele tem compaixão delas. Ao mesmo tempo em que a situação era crítica, era a oportunidade inadiável para que o povo conhecesse o poder de Jesus. As circunstâncias eram favoráveis. Aquela era a hora! Aquele era o lugar. O versículo 35 situa com exatidão o tempo oportuno: o lugar é deserto e já tarde.

É hora de a Igreja agir! E para começar agir para mudar o Brasil você precisa assumir a responsabilidade que é sua (v.36-37a). Os discípulos pecam pela transferência de responsabilidade. Eles pecam pela omissão. Ao verem que o povo tinha necessidades, eles negam-se a assumirem a responsabilidade que é deles. Quais outros povoados ou aldeias poderiam alimentá-los? Em que outro lugar, aquelas pessoas poderiam receber o alimento que efetivamente transformasse suas vidas? As palavras de Jesus aos seus discípulos: “dêem vocês”, substitui a questão: “em que outro lugar estas pessoas poderão receber o alimento perfeito senão aqui? Quem pode transformá-las senão Eu?” Enquanto eu e você não assumirmos por completo a nossa responsabilidade missionária, o Brasil não será transformado.

Assumir a responsabilidade de mudar o Brasil significa colocar à disposição do Senhor tudo o que está em suas mãos (v.37b-38). A visão dos discípulos continuava distorcida. Convertendo para o Real, eles calcularam cerca de R$8.000,00 de pão para alimentar todas aquelas pessoas numa única ocasião. “Não temos todo esse dinheiro”, pensaram. Mas com Cristo, não importa o quanto você tem. Importa o quanto você quer colocar à disposição dele. A Bíblia está cheia de milagres realizados diante do pouco. Jesus testa a fé dos discípulos quando manda que eles verifiquem quanto eles tinham. Apenas 5 pães e 2 peixes. Isto é impossível? Não, Deus pode e quer fazer muito com o que você tem em suas mãos. O Brasil começará a mudar quando você disponibilizar para Deus tudo o que está nas suas mãos.

Quando isto acontecer você verá o que Deus é capaz de fazer através da sua vida (v.42-44). Os números são grandiosos: cinco mil homens não inclui mulheres e crianças. Significa dizer que o total de pessoas alimentadas neste milagre pode ter chegado (ou ultrapassado) 12.000 pessoas. A partir do momento em que alguém se dispôs a deixar Deus usar o que tinha em suas mãos, o milagre aconteceu. Nós não vemos milagres, porque não colocamos em obediência e com fé o que temos à disposição do Senhor. Se crermos, veremos!

A mudança que o Brasil precisa experimentar é aquela que vem de dentro para fora. A mudança da alma e da mente. A transformação que só Jesus pode realizar. Para isso, você deve estar sensível à necessidade do nosso povo sem Deus. Assuma a responsabilidade que é sua. Coloque à disposição do Senhor tudo o que você tem em suas mãos e tudo o que você é. Assim você verá o quanto Deus tem a realizar em nossa nação, começando pela sua vida.

A História da Comunicação

quinta-feira, 17 de setembro de 2009

O Poder da Vírgula

Campanha dos 100 anos da ABI (Associação Brasileira de Imprensa).

Vírgula pode ser uma pausa... ou não:
Não, espere.
Não espere.

Ela pode sumir com seu dinheiro:
23,4.
2,34.

Pode ser autoritária:
Aceito, obrigado.
Aceito obrigado.

Pode criar heróis:
Isso só, ele resolve.
Isso só ele resolve.

E vilões:
Esse, juiz, é corrupto.
Esse juiz é corrupto.

Ela pode ser a solução:
Vamos perder, nada foi resolvido.
Vamos perder nada, foi resolvido.

A vírgula muda uma opinião:
Não queremos saber.
Não, queremos saber.

Uma vírgula muda tudo.

ABI: 100 anos lutando para que ninguém mude uma vírgula da sua informação.

Detalhes Adicionais:

“SE O HOMEM SOUBESSE O VALOR QUE TEM A MULHER ANDARIA DE QUATRO À SUA PROCURA.”

Se você for mulher, certamente colocou a vírgula depois de MULHER.
Se você for homem, colocou a vírgula depois de TEM.

Criatividade à Flor da Pele

Excelente Performance! Excelente Humor! Excelente Criatividade!



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terça-feira, 15 de setembro de 2009

quinta-feira, 10 de setembro de 2009

POR QUE CHORAMOS?


Refletir sobre a morte é uma tarefa muito árdua para qualquer um. Sentimentos complexos e múltiplos – dor, saudade, lágrimas, lembranças... a morte nos nivela e nos iguala.

O dilema do sofrimento está presente em todos nós: por que sofremos? Até quanto podemos suportar? Em busca de respostas, tentamos achar justificativas, ponderamos lógica, racionalizamos as experiências.

R. C. Sproul diz o seguinte: “No âmago da mensagem do livro de Jó, acha-se a sabedoria que responde à questão a respeito de como Deus se envolve no problema do sofrimento humano. Em cada geração, surgem protestos, dizendo: ‘Se Deus é bom, não deveria haver dor, sofrimento e morte neste mundo’. Com este protesto contra as coisas ruins que acontecem a pessoas boas, tem havido tentativas de criar um meio de calcular o sofrimento, pelo qual se pressupõe que o limite da aflição de uma pessoa é diretamente proporcional ao grau de culpa que ela possui ou pecados que comete.”

Mas a inquietação permanece: será que sofrimento tem realmente algo a ver com culpa? Claro que não! No caso de Jó, por exemplo, ele era homem justo. O mais justo de todos de sua época. É quando Satanás entra na história alegando que a justiça de Jó é recorrente à sua prosperidade. Está feito o desafio: quem permanecerá justo diante do sofrimento? Quem não negociará sua fé em prol do seu bem-estar?

Jó, então, chega ao fundo do poço. Perde tudo, e quase todos. E quem é preservado ao seu lado, não ajuda em nada. Quando não se sabe o que dizer, a melhor atitude é o silêncio.
Sproul destaca que “a sabedoria final encontrada neste livro não provém dos amigos de Jó, nem de Eliú, e sim do próprio Deus. Deus levanta uma pergunta após outra. Deus continua a fazer perguntas a respeito da habilidade de Jó em fazer coisas que lhe eram impossíveis, mas que Ele podia fazer. Por último, Jó confessa que isso era maravilhoso demais. Ele disse: ‘Eu te conhecia só de ouvir, mas agora os meus olhos te vêem. Por isso, me abomino e me arrependo no pó e na cinza’ (42.5-6).

Precioso perceber que Deus não se interessa em responder e revelar “as razões” para o sofrimento de Jó. A resposta de Deus é revelar-se a sim mesmo. Com Jó aprendemos que não são os motivos e as razões por sofrermos que devem ser descobertas. Na verdade, onde está firmada a nossa esperança é que determina a maneira como atravessamos o vale sombrio da morte.

Encerro citando mais uma vez R. C. Sproul: “Quando estamos desnorteados e confusos por coisas que não entendemos neste mundo, não devemos buscar respostas específicas para questões específicas, e sim buscar conhecer a Deus em sua santidade, em sua justiça e em sua misericórdia”.

Que o Senhor nos ensine e revele para nós as grandezas do seu caráter e dos seus propósitos enquanto atravessamos o vale. A Deus, minha gratidão pela vida do irmão Daniel Rufino.

“Porque dele, por ele e para ele são todas as coisas. Glória seja a ele eternamente. Amém!”

Um evangelho maldito - A Heresia da Prosperidade

quinta-feira, 3 de setembro de 2009

O Ministério da Saúde Adverte - Não se Divorcie!

Divórcio pode causar câncer e doenças crônicas

Rodrigo Bocardi - Nova York – Jornal Hoje - 28/07/2009

O divórcio faz mais mal à saúde do que se poderia imaginar. Pelo menos é o que diz uma pesquisa feita nos Estados Unidos. O desgaste do fim de uma relação deixa as pessoas mais vulneráveis às doenças. O divórcio mexe com o emocional, com o bolso... E com a saúde.

A pesquisa da Universidade de Chicago, nos Estados Unidos, ouviu cerca de oito mil pessoas, com idade entre 51 e 61 anos. E os divorciados tinham 20% mais problemas de saúde, como, por exemplo, câncer, do que os solteiros.

Mas a pesquisa mostrou também que parte da cura dos divorciados pode estar em um segundo casamento.

Aqueles que se separaram e depois arrumaram uma outra pessoa para dividir o teto passaram a ter uma saúde igual à de quem nunca se separou. Não significa o fim das doenças.

De acordo com a pesquisa, os casados têm 12% mais problemas de saúde do que os solteiros. Menos que os divorciados.

Diante dessa constatação teve pesquisador dizendo que o estudo é um sinal amarelo para quem pensa em desistir do casamento no primeiro sinal de crise. Só valeria a pena se separar quando a relação for mesmo muito destrutiva.

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MEU PITACO: Separação nunca vale a pena!

Divórcio Banda Larga

Comissão do Senado aprova pedido de divórcio pela internet

Projeto seguirá para a Câmara dos Deputados.
Intenção é modernizar e facilitar processos de separação.

A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado aprovou nesta quarta-feira (2) uma proposta que permite a realização de pedido de divórcio por meio eletrônico. Como tem caráter terminativo, a proposta segue para análise da Câmara.

A relatora, senadora Serys Shlessarenko (PT-MT), destacou que a medida “moderniza” e facilita processos de separação judicial. O projeto é de autoria da senadora Patrícia Saboya (PDT-CE).

Durante a votação, os senadores Aloízio Mercadante (PT-SP) e Wellington Salgado (PMDB-MG) brincaram sobre o tema. Mercadante destacou ser casado há 26 anos e disse que espera não precisar da nova lei.

O senador petista brincou com o peemedebista, que já se separou algumas vezes, dizendo que isso poderia ajudá-lo na próxima vez. Salgado entrou na brincadeira e disse que tem sorte no atual casamento. "Agora estou muito feliz", disse Salgado, entre risos do plenário da comissão.

Fonte: Eduardo Bresciani do G1, em Brasília
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MEU PITACO:
Família é coisa séria! Mas com esses políticos, o que pode ser levado a sério?

Cuidado, Mãozinha, no Que Pega...

Não mexa onde não deve!

Você Quer Mais Coca-Cola?

quarta-feira, 2 de setembro de 2009

Puxaram Meu Tapete


POLÍTICA? ESTOU DENTRO!

Por Israel Belo de Azevedo

Enquanto nos emocionamos com o Hino Nacional (desde que cantado com responsabilidade e arte), podemos refletir sobre algumas frases que vão se solidificando nos nossos ideários.

1. "Não é pela política que vamos construir uma nação justa".
De fato, a política não é a única via para a construção social. No entanto, uma religião sem compromisso não dará qualquer contribuição para a paz na cidade e no país. Quem não tem interesse pela política devia ser proibido reclamar.
Quando Jesus olha para Roma, reconhece a sua limitação, mas não descarta o seu lugar (por isto: "dêem a César o que é de César e a Deus o que é de Deus" -- Mateus 22.21). O desprestígio da política interessa aos seus profissionais, que podem agir com mais liberdade na defesa dos seus interesses. A recomendação bíblica é que oremos pelas autoridades para que "tenhamos uma vida tranqüila e sossegada, em toda a piedade e honestidade" (1Timóteo 2.2)

2. "Esperança de uma pátria justa só na pátria celeste".
De fato, só quando o Reino de Deus for implantado por completo, haverá justiça e paz. No entanto, Deus é o Senhor também da história que vivemos. Uma das razões da existência do Antigo Testamento é mostrar o interesse de Deus pelas coisas humanas. Deus está presente até nos detalhes.
Deus é o Senhor da terra e da pátria e nós somos os seus vice-governadores. Podemos ser vice-governadores omissos, mas Deus espera a nossa cooperação.

3. "Política não é coisa para um cristão de verdade".
Muitas pessoas sinceras insistem que os evangélicos com vocação para a política partidária não devem se candidatar a cargos eletivos (ou aceitar indicações para funções nos governos) porque serão inapelavelmente corrompidos. Segundo esta pessimista visão, nada farão e ainda envergonharão o nome do evangelho e dos evangélicos.
Se política não é coisa para um cristão de verdade, nenhuma atividade o é.
A corrupção é está presente em todas as áreas da vida. Cabe ao cristão manter-se puro. E o conseguirá se não se abandonar a vida de oração, que capacita para uma vida íntegra.

4. "Não devemos criticar os governos porque são autoridades constituídas por Deus".
Se Romanos 13 (numa linguagem clara) nos lembra que as autoridades são constituídas por Deus, Apocalipse 13 (numa linguagem cifrada) as chama de bestas. Em outras palavras, as autoridades por Deus constituídas podem se tornar inimigas de Deus. Neste caso, devemos criticar os governos que se bestificam. Nossa tarefa não é a crítica pela crítica, mas a crítica (o movimento, o compromisso) que resulte na correção de rumos, visando a justiça e a paz.

Via Prazer da Palavra

terça-feira, 1 de setembro de 2009

Dueto Felino

De Rossini
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Conselhos de um pastor no meio do caminho

Por Rodrigo de Lima Ferreira

Geralmente os conselhos vêm de quem já está no final da estrada da vida, procurando alertar e avisar aqueles que estão ainda começando. Isso vale também no ministério pastoral.

Não estou no fim da estrada. Ainda tenho muita lenha pra queimar, espero eu. Contudo, nem por isso, eu posso deixar de ajudar a quem está no começo, ou mesmo quem está em plena caminhada pastoral, mas que passou por experiências diferentes das minhas.

Sei que tem aquele ditado: “Se conselho fosse bom ninguém dava, vendia”. Bom, nem preciso dizer que discordo disso. Portanto, vão aí alguns conselhos. Espero que sirvam para você.

1. Pastorado é coisa séria. Nunca permita que o chamado de Baal (leia-se “money”) se torne tão alto que obscureça o chamado de Javé. É verdade que dinheiro é importante, especialmente em um mundo capitalista como o nosso. Mas a partir do momento em que ele se torna a coisa mais importante, a vocação murcha. Nunca lide com o dinheiro da igreja. Tenha sempre um tesoureiro de confiança ou uma comissão financeira que controle as entradas, as saídas e que pague seu salário. Viva de maneira honesta, sem dar motivos a falatórios.

2. Pastorado também é arte. Use sempre a criatividade nas mensagens, nos estudos, nos aconselhamentos, na administração. A tentação pela mesmice é tremenda. É uma tendência humana e, dependendo de onde você for pastorear, uma força muito grande. Porém, apesar de ser arte, pastorado não é circo. Púlpito não é picadeiro e a igreja não é o “respeitável público”. Sempre que possível, use o humor como ferramenta pedagógica. Contudo tome cuidado para não se transformar em um palhaço.

3. Pastorado também não é entretenimento. Silvio Santos funciona bem na TV, nunca num púlpito. A função do pastor não é animar o povo, e sim falar aquilo que Deus quer dizer à igreja. Pastor não tem que entregar mensagem que faça o povo se sentir leve, mas que o estimule à santidade e a um maior comprometimento com o Senhor. Pastor não pode ser um “entertainer”, assim como Fausto Silva não pode ser um profeta.

4. Cuide de sua saúde. Nunca permita que o pastorado se torne um fardo de chumbo fundido, impossível de se levar. A pressão é muita, a solidão também. Não deixe que o stress acabe com você. Sempre tenha em mente o seguinte: o pastor é passageiro na igreja, não importa o tempo que ele permaneça à frente dela. Mas a pessoa que exerce o pastorado, precisa se manter bem para Deus, para si, para a família e para a própria igreja.

5. Neste quesito, não se engane: existem vampiros de almas nas igrejas. A Bíblia os chama de “joio” e “filhos de Belial”. E são mais frequentes do que se imagina. Eles farão de tudo para destruir sua vida e seu ministério, e isso em nome de Deus. Farão ilações, promoverão discórdias, pregarão calúnias e injúrias. Você não será o primeiro e nem o último a sofrer na mão desses filhos de satanás. Sim, porque é isso que são: filhos do diabo dentro da família de Deus. Geralmente se mostram com maior aparência religiosa e jeito piedoso. Mas é só casca.

6. Nunca permita que sua esposa e seus filhos fiquem desvalorizados. Não é nada bonito, heróico ou cristão negligenciar a família para cuidar da igreja. Pelo contrário, isso vai contra o espírito das Escrituras.

7. Cuidando da família, você também se previne contra as tentações de ordem sexual. Mesmo que você se pareça com o Tiririca num dia ruim, você representa o poder. E o poder sempre é afrodisíaco. Fuja disso!

8. Por fim, tenha sempre amizades com quem você possa contar e abrir seu coração. Pastor também precisa ser pastoreado.


• Rodrigo de Lima Ferreira, casado, duas filhas, é pastor da Igreja Presbiteriana Independente do Brasil desde 1997. Graduado em teologia e mestre em missões urbanas pela FTSA, hoje pastoreia a IPI de Rolim de Moura, RO. revdigao.wordpress.com

Via: Ultimato

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