sexta-feira, 22 de julho de 2011

Rodolfo (Ex-Raimundos) no Altas Horas

Belíssimo testemunho do Rodolfo. Eu já o recebi e o hospedei em minha casa. É um cara sério e eu posso dizer que Deus o tem usado. Vale a pena ver o vídeo e enviar para os seus contatos.

quarta-feira, 13 de julho de 2011

ÉTICA - Qual é o preço do sucesso?

Este vídeo ilustra com perfeição o que acontece quando perdemos os parâmetros da decência, da moral, e do respeito pelo semelhante. A ganância pelo sucesso nos seduz ao ponto de transgredirmos todos os limites que nos sustentam.

Quanto vale uma fotografia? Quanto vale o seu sucesso?

quinta-feira, 7 de julho de 2011

INTEGRIDADE SEXUAL

Nos próximos dias 14 a 17, nossa juventude estará realizando mais um congresso. Neste ano, a ênfase que eles mesmos escolheram é abordar um tema complexo, polêmico e controvertido – SEXUALIDADE.

Tratado por muito tempo como tabu ou profano, falar sobre sexo de maneira franca e bíblica, acima de tudo, sempre foi rarefeito. Pouco se fala, pouco se orienta, pouco se debate, pouco se sabe. Resultado: o mundo dita os valores e nossos filhos ficam à mercê do que outros falam e nada conhecem da razão bíblica e dos preceitos de Deus para o sexo. Ou, quando sabem, transgridem por não terem convicções firmes e claras para um posicionamento cristão na contramão da sociedade.

Encontrei estas orientações em meus arquivos. Desconheço o autor. Porém, concordo com suas considerações e posicionamentos sobre o assunto. Desejo, desta forma, dar o primeiro pontapé nos debates que acontecerão no congresso e contribuir para que o resultado seja a colheita de vidas comprometidas com os valores do Reino dos Céus.

1. SEJA REALISTA - Reconheça que a tentação sexual é inevitável em nossa cultura obcecada por sexo. Imagens eróticas em cartazes, filmes, programas de televisão e milhares de outros estimulantes estão por toda parte. Ser cristão não o isenta da tentação - o mais piedoso de todos os homens pode se tornar uma presa fácil. Assim, o primeiro passo para manter a integridade sexual é ser realista. Admita para si mesmo que a tentação sexual é um problema com o qual precisa lidar. Lembre-se da admoestação de João: “se dissermos que não temos pecado, enganamo-nos a nós mesmos.” 1 João 1:18

2. SEJA FIRME - Você deve saber que a imoralidade sexual destrói a todos que se envolvem nesta prática. O que, talvez, você não saiba, é que cada fantasia sexual, cada conversa imoral , cada “ segundo olhar “ é uma semente para a AIDS, para um adultério, para um coração partido, para uma vida destroçada. Seja FIRME – se estiver se divertindo com este tipo de prazer, você está à beira de um precipício. Fuja, enquanto há tempo! “A cobiça, depois de haver concebido, dá luz ao pecado; e o pecado, uma vez consumado, gera a morte.” Tiago 1:15

3. VIGIE - Você teria um plano de fuga se soubesse da aproximação de um tornado! Acredite: a tentação sexual é real e pode destruí-lo! Tenha um plano de fuga para quando ela vier. Decida com antecedência o que fazer quando for tentado: como desvencilhar-se, para quem recorrer, enfim, como escapar. Até mesmo Paulo admitiu: “Mas esmurro meu corpo e o reduzo à escravidão, para que, tendo pregado a outros, não venha eu mesmo a ser desqualificado.” 1 Coríntios 9:27

4. CONECTE-SE COM PESSOAS - O pecado sexual avança quando permanece oculto. Se você estiver preso a qualquer tipo de vício sexual, saiba que manter segredo é uma prisão. Mesmo que sinta vergonha em admitir o seu problema para outra pessoa, a realidade é que você não pode superar isso sozinho. Se pudesse, com certeza, já estaria livre! Veja o que Tiago diz: “Confessai vossas culpas uns aos outros e orai uns pelos outros para serdes curados.” Encontre um amigo confiável e que tema ao Senhor. Faça desse amigo um parceiro em seu processo de cura; jamais deixe de vigiar e sempre assuma a responsabilidade pelos seus atos.

5. SEJA RADICAL - Deveria haver um décimo primeiro mandamento:” Não brinque consigo mesmo.” Se for firme no que diz respeito à integridade sexual, você vai se distanciar, não apenas de pecados sexuais (fantasias, pornografia, relações extraconjugais, prostituição), mas de qualquer pessoa ou coisa que possa seduzi-lo. Às vezes, algumas atividades (filmes, músicas ou lugares) podem ser inofensivas para certas pessoas, mas não para você! Seja radical em seu estilo de vida: abandone TUDO que possa levá-lo ao pecado sexual! “Todas as coisas me são lícitas, mas nem todas as coisas convêm. Todas as coisas me são lícitas, mas não me deixarei dominar por nenhuma delas.” 1 Cor 6:12

6. PEÇA AJUDA - Os pecados sexuais são, geralmente, evidências de carências emocionais mais profundas. Arrepender-se do pecado em si é um primeiro passo necessário, mas é preciso reconhecer os conflitos e necessidades que o levaram a cair. Isso pode exigir o acompanhamento de algum profissional. Não hesite em procurar ajuda. O Rei Davi, que também pecou nesta área, encontrou refúgio na sábia orientação de Samuel (I Sam 19:18). Invista o que for necessário para manter sua pureza sexual.

7. NÃO SE DESESPERE - O problema da tentação sexual sempre existiu e vai existir até a volta de Cristo. Portanto, acostume-se com a ideia de que você vai precisar controlar seus impulsos sexuais por toda a vida, lembrando-se sempre de que sua integridade sexual é apenas uma parte em todo o processo de santificação. “Ainda não atingi a perfeição; não sou tudo que deveria ser”, Paulo disse ao Filipenses (Fil 3:12,13) Assim, busque a santificação a cada dia, não a perfeição em si.

8. BUSQUE O AMOR - “Eu fui à procura de amor em lugares errados”, diz uma velha canção. O pecado sexual é um substituto “barato” (embora intenso) para o amor. Você pode até se arrepender do erro, mas a necessidade vai continuar ali. Portanto, deixe o amor entrar em sua vida através de amizades, da família, do seu cônjuge. Alguém que ame verdadeiramente e saiba o que é ser amado estará menos propenso a procurar por amor em lugares errados. “Por que gastar dinheiro naquilo que não é pão, ou o seu trabalho naquilo que não pode satisfazer?” Isaías perguntou (Is.55:2). Aprenda a ser íntimo e autêntico. É uma das melhores maneiras de proteger seu coração e sua integridade.

9. SEJA PERSEVERANTE - O que vai prevalecer até o fim é aquele que aprender a se levantar depois da queda. Se sua luta parece invencível, lembre-se: quando você assume um compromisso com a sua integridade, você se compromete com um alvo, não com a perfeição. Haverá tropeços no caminho, o que não é justificativa para o pecado, e sim uma visão realista da vida neste mundo decaído. O que determina o sucesso ou fracasso de um homem imperfeito é a sua vontade de levantar-se, confessar sua culpa e continuar no caminho correto. Lembre-se das palavras de Paulo: “Esquecendo as coisas que para trás ficam, prossigo para o alvo da soberana vocação.” (Filipenses 3:13)

10. AME A VIDA - Qual é sua paixão? Qual é o seu chamado? Quais são seus objetivos? Você tem algum tipo de diversão? A pessoa que não tem prazer em viver, que não busca se conhecer, que não sabe equilibrar lazer e trabalho, é alguém com grandes chances de se expor a pecados sexuais. Para manter-se puro, é preciso saber quem você é, onde estão suas prioridades, onde você está e aonde quer chegar.

É isso!

CONGRESSO DA JUVENTUDE DA IBMÉIER 2011

terça-feira, 5 de julho de 2011

Até os Confins da Terra...

Imagens de 1976 que mostram o primeiro contato de um homem branco com uma tribo da Papúa Nova Guiné. A tribo chama-se Toulambi e as reações ao ver um homem branco são emocionantes. Coloquem-se na situação deles, pensando como seria ver algo totalmente diferente, mas igualzinho a você, pela primeira vez na vida. Eles passam a mão, sentem os músculos dele pra acreditar que é um homem igual a eles por baixo daquela pele branca. Depois a reação mais engraçada é ao serem apresentados a um espelho. (Fonte: Flávio Lamenza)

Até que todo joelho se dobre e toda língua confesse que Jesus Cristo é Senhor para a glória de Deus Pai.

sexta-feira, 1 de julho de 2011

O FRUTO DO ESPÍRITO É O AMOR

“Se vivemos pelo Espírito, andemos também pelo Espírito.” (Gl 5.25)

Este é um dos princípios mais importantes, se não o mais importante, para a vida em toda a sua abrangência – o controle do Espírito Santo. Todas as virtudes e as boas ações não são resultado de terapias, mas sim do controle que o Espírito Santo tem sobre os nossos pensamentos, intenções e reações.

A Bíblia ensina que duas naturezas habitam em nós – a velha e a nova natureza. Enquanto você viver, a sua velha natureza tentará de todas as formas dominar as suas ações (Gl 5.17). O problema é que a velha natureza é dirigida pela carne, e ela tem um único objetivo: destruir a obra de Deus na sua vida.

Em sessões de aconselhamento familiar tenho observado o quanto Cristo tem estado longe do controle das nossas famílias. É a carne que domina os relacionamentos. É ela quem tem se assenhorado do nosso pensamento e ações. Infelizmente, as obras da carne apresentadas nos versos 19-21 estão presentes em muitos momentos de crise que vivemos.

Só há uma escolha, e é você quem tem de fazê-la: fazer de Cristo o Senhor da sua vida! Você até pode ser crente, mas se Cristo ainda não controlar você, ainda falta-lhe tudo (Rm 8.8).

Neighbour afirma que o fruto do Espírito não é o que você faz, mas o que você é! A descrição da ação do Espírito na vida do cristão refere-se ao seu caráter e isso alcança a sua família.

Burckhardt afirma que uma vida dirigida pelo Espírito mostra AMOR. O fruto, portanto, em toda a sua manifestação é o amor. Desta forma, a alegria é o amor que jubila, a paz é o amor que restaura, a longanimidade é o amor que sustém, a benignidade é o amor que se compadece, por bondade manifesta-se o amor que doa, a fidelidade revela o amor confiável, a mansidão é expressa pelo amor humilde, e o domínio próprio é amor disposto a renunciar.

A vitória é possível através de uma entrega completa de tudo o que você é ao controle de Cristo.

Faça hoje a sua escolha. Viva pelo Espírito de Deus!

segunda-feira, 27 de junho de 2011

Dimenstein, Azevedo e os devaneios de um verdadeiro preconceituoso

Texto do jornalista Ronaldo Azevedo (Revista VEJA)

Gilberto Dimenstein, para manter a tradição — a seu modo, é um conservador, com sua mania de jamais surpreender — resolveu dar mais uma contribuição notável ao equívoco ao escrever hoje na Folha Online sobre a Marcha para Jesus e sobre a parada gay. Segue seu texto em vermelho. Comento em azul.

São Paulo é mais gay ou evangélica?
Sem qualquer investimento voluntário na polissemia, é um texto tolo de cabo a rabo; do título à última linha. São Paulo nem é “mais gay” nem é “mais evangélica”. Fizesse tal consideração sentido, a cidade é “mais heterossexual” e “mais católica”, porque são essas as maiorias, embora não-militantes. Ora, se a diversidade é um dos aspectos positivos da cidade, como sustenta o articulista, é irrelevante saber se a cidade é “mais isso” ou “mais aquilo”, até porque não se trata de categorias excludentes. Se número servisse para determinar o “ser” da cidade — e Dimenstein recorre ao verbo “ser” —, IBGE e Datafolha mostram que os cristãos, no Brasil, ultrapassam os 90%.

Como considero a diversidade o ponto mais interessante da cidade de São Paulo, gosto da idéia de termos, tão próximas, as paradas gay e evangélica tomando as ruas pacificamente. Tão próximas no tempo e no espaço, elas têm diferenças brutais.
Nessas poucas linhas, o articulista quer afastar a suspeita de que seja preconceituoso. Está, vamos dizer assim, preparando o bote. Vamos ver.

Os gays não querem tirar o direito dos evangélicos (nem de ninguém) de serem respeitados. Já a parada evangélica não respeita os direitos dos gays (o que, vamos reconhecer, é um direito deles). Ou seja, quer uma sociedade com menos direitos e menos diversidade.
Está tudo errado! Pra começo de conversa, que história é essa de que “é um direito” dos evangélicos “não respeitar” os direitos dos gays? Isso é uma boçalidade! Nenhum evangélico reivindica o “direito” de “desrespeitar direitos” alheios. A frase é marota porque embute uma acusação, como se evangélicos reivindicassem o “direito” de desrespeitar os outros.
Agora vamos ver quem quer tirar o direito de quem. O tal PLC 122, por exemplo, pretende retirar dos evangélicos — ou, mais amplamente, dos cristãos — o direito de expressar o que suas respectivas denominações religiosas pensam sobre a prática homossexual. Vale dizer: são os militantes gays (e não todos os gays), no que concerne aos cristãos, que “reivindicam uma sociedade com menos direitos e menos diversidade”. Quer dizer que a a era da afirmação das identidades proibiria cristãos, ou evangélicos propriamente, de expressar a sua? Mas Dimenstein ainda não nos ofereceu o seu pior. Vem agora.

Os gays usam a alegria para falar e se manifestar. A parada evangélica tem um ranço um tanto raivoso, já que, em meio à sua pregação, faz ataques a diversos segmentos da sociedade. Nesse ano, um do seus focos foi o STF.
Milhões de evangélicos se reuniram ontem na praça nas ruas e praças, e não se viu um só incidente. A manifestação me pareceu bastante alegre, porém decorosa. Para Dimenstein, no entanto, a “alegria”, nessa falsa polarização que ele criou entre gays e evangélicos, é monopólio dos primeiros. Os segundos seriam os monopolistas do “ranço um tanto raivoso”. Ele pretende evidenciar o que diz por meio da locução conjuntiva causal “já que”, tropeçando no estilo e no fato. A marcha evangélica, diz, “faz ataques a diversos segmentos da sociedade” — neste ano, “o STF”. O democrata Gilberto Dimenstein acredita que protestar contra uma decisão da Justiça é prova de ranço e intolerância, entenderam? Os verdadeiros democratas sempre se contentam com a ordem legal como ela é. Sendo assim, por que os gays estariam, então, empenhados em mudá-la? No fim das contas, para o articulista, os gays são naturalmente progressistas, e tudo o que fizerem, pois, resulta em avanço; e os evangélicos são naturalmente reacionários, e tudo o que fizerem, pois, resulta em atraso. Que nome isso tem? PRECONCEITO!

Por trás da parada gay, não há esquemas políticos nem partidários.
Bem, chego a duvidar que Gilberto Dimenstein estivesse sóbrio quando escreveu essa coluna. Não há?

Na parada evangélica há uma relação que mistura religião com eleições, basta ver o número de políticos no desfile em posição de liderança.
Em qualquer país do mundo democrático, questões religiosas e morais se misturam ao debate eleitoral, e isso é parte do processo. Políticos também desfilam nas paradas gays, como todo mundo sabe.

Isso para não falar de muitos personagens que, se não têm contas a acertar com Deus, certamente têm com a Justiça dos mortais, acusados de fraudes financeiras.
Todos sabem que o PT é o grande incentivador dos movimentos gays. Como é notório, trata-se de um partido acima de qualquer suspeita, jamais envolvido em falcatruas, que pauta a sua atuação pelo mais rigoroso respeito às leis, aos bons costumes e à verdade.

Nada contra –muito pelo contrário– o direito dos evangélicos terem seu direito de se manifestarem. Mas prefiro a alegria dos gays que querem que todos sejam alegres. Inclusive os evangélicos.
Gilberto Dimenstein precisa estudar o emprego do infinitivo flexionado. A inculta e bela virou uma sepultura destroçada no trecho acima. Mas é pior o que ele diz do que a forma como diz. Que história é essa de “nada contra”? Sim, ele escreve um texto contra o direito de manifestação dos evangélicos. O fato de ele negar que o faça não muda a natureza do seu texto. Ora, vejam como os militantes gays são bonzinhos — querem que todos sejam alegres —, e os evangélicos são maus: pretendem tolher a livre manifestação do outro. SÓ QUE HÁ UMA DIFERENÇA QUE A ESTUPIDEZ DO TEXTO DE DIMENSTEIN NÃO CONSIDERA: SÃO OS MILITANTES GAYS QUE QUEREM MANDAR OS EVANGÉLICOS PARA A CADEIA, NÃO O CONTRÁRIO. São os movimentos gays que querem rasgar o Artigo 5º da Constituição, não os evangélicos.

Civilidade é a diversidade. São Paulo, portanto, é mais gay do que evangélica.
Hein??? A conclusão, obviamente, não faz o menor sentido nem decorre da argumentação. Aquele “portanto” dá a entender que o autor demonstrou uma tese. Bem, por que a conclusão de um texto sem sentido faria sentido? Termina tão burro e falacioso como começou.

Por Reinaldo Azevedo

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