sábado, 27 de fevereiro de 2010

PORQUE DESCANSAR É PRECISO


Hoje é o primeiro dia das minhas férias.

Alguns diriam: “Férias merecidas, pastor!” Outros contraporiam: “Pastor não pode tirar férias, o trabalho não pára!”.

Se merecidas ou não, o fato é que todos nós precisamos de descanso. Deus nos ensinou a reservar um tempo para reabastecer as baterias. Mesmo ele, sendo Deus, não precisando de renovo das forças, guardou o sétimo dia como uma maneira de dizer para o homem: “equilibre o seu tempo entre trabalho e descanso”.

Tenho de confessar que não é fácil me ausentar do dia-a-dia da igreja. A responsabilidade com as vidas sob o meu pastoreio, os cultos fazem falta, pregar é muito bom, o ajuntamento com a igreja é sempre abençoador, as etapas do crescimento administrativo da igreja precisam de um acompanhamento bem de perto. Enfim, descansar é bom, mas o coração continuará ligado a cada um de vocês – acreditem! Mas descansar é preciso...

Você sabe o quando descansar é necessário, e também contribui para o êxito da sua carreira? Você já trabalhou até mais tarde, se aplicou em projetos, voltou para o emprego no dia seguinte e descobriu que sua pilha de responsabilidades tinha ficado ainda maior? Dia após dia você trava essa batalha até finalmente atingir um ponto de exaustão e total frustração.

Muitos profissionais acreditam que se apenas se dedicarem com mais afinco e determinação, poderão abrir caminho através da opressiva carga de trabalho que enfrentam. Entretanto, ao invés de reduzir essa pressão, o volume de trabalho apenas aumenta. É como ter o bolso furado: não importa quanto dinheiro você coloque nele; nada permanece.

Rick Boxx, escritor para o mundo corporativo nos lembra que Deus projetou o nosso corpo precisando de sono e descanso. Podemos exigir que funcione no limite de sua capacidade por um tempo, mas por fim, haverá um preço a pagar e o resultado não é apenas queda de produtividade, mas também esgotamento físico. Deus não apenas quer que descansemos, como também cuida para que nosso trabalho seja concluído – quando trabalhamos com prioridades corretas.

Salmos 127:1-2 enfatiza esse conceito: “Se não for o Senhor o construtor da casa, será inútil trabalhar na construção. Se não é o Senhor que vigia a cidade, será inútil a sentinela montar guarda. Será inútil levantar cedo e dormir tarde, trabalhando arduamente por alimento. O Senhor concede o sono àqueles a quem Ele ama.”

Assim, se você se convenceu a si mesmo que o segredo para o sucesso nos negócios é trabalhar mais, por mais tempo, sacrificando o que for preciso para isso – mesmo o descanso adequado para restaurar-se fisicamente, ou o tempo que seria necessário para desenvolver e manter relacionamentos compensadores – gostaria de alertá-lo a reconsiderar isso. O retorno de seu trabalho vale realmente o preço do que isso lhe custará pessoal, social e - talvez a longo prazo - profissionalmente?

Por isso, o descanso precisa fazer parte da nossa agenda de compromissos. O trabalho é bom e foi ordenado por Deus. Entretanto, o trabalho em excesso é contraproducente e pode ter conseqüências negativas. Portanto, considere o aviso e separe um tempo para relaxar e apreciar a vida como Deus planejou: trabalho em equilíbrio com a porção adequada de descanso e lazer.

Até o dia 20/03, no Congresso Conexão promovido pela JMM em nossa igreja, quando estaremos juntos novamente, se este for o plano de Deus para nós.

sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010

PASTORES MORREM LOUVANDO A DEUS EM ACIDENTE

Dois pastores evangélicos e um motociclista morreram num acidente envolvendo sete veículos, na manhã de ontem, na Rodovia do Contorno, trecho da BR 101 que liga Serra a Cariacica.

Os religiosos pertenciam à Igreja Assembleia de Deus e haviam saído de Alegre, município da Região Sul do Estado, rumo a uma convenção estadual da igreja em Nova Carapina II, na Serra.

Os veículos – cinco caminhões, uma moto e um automóvel Del Rey – bateram um atrás do outro. O engavetamento aconteceu às 8h15, no quilômetro 277, na Serra. Os pastores estavam no carro.

Tudo começou quando um caminhão freou por causa do intenso fluxo de carros no sentido Cariacica – Serra. Os veículos que vinham atrás dele frearam também, mas o último caminhão – de uma empresa de cerveja – não conseguiu parar a tempo. Com isso, os veículos que estavam à frente foram imprensados uns contra os outros.

Os pastores José Valadão de Souza e Nelson Palmeira dos Santos e o motociclista Jonas Pereira da Silva, 52 anos, morreram no local. Dois outros pastores, que também estavam no Del Rey, sobreviveram, e o motorista de um dos caminhões sofreu arranhões nas pernas. Nenhum dos outros caminhoneiros ficou ferido.

O proprietário e condutor do Del Rey é o pastor Dimas Cypriano, 61 anos, do município de Alegre. Ele saiu ileso do acidente e teve ajuda do motorista José Carlos Roberto, carona de um dos caminhões, para sair do veículo.

Seu amigo de infância, o pastor Benedito Bispo, 72, ficou preso às ferragens. Socorristas do Serviço Médico de Atendimento de Urgência (Samu) e bombeiros fizeram o resgate dele. O pastor teve politraumatismo e foi levado para o Hospital Dório Silva, na Serra.

A mulher de Benedito chegou a ver o marido sendo socorrido e teve que ser amparada por um familiar. Ela também seguia para a convenção num outro veículo. A rodovia ficou interditada durante vários momentos da manhã de ontem nos dois sentidos. O trecho só foi totalmente liberado no início da tarde.

O pastor Dimas Cypriano, que sobreviveu ileso ao acidente na manhã de ontem, no Contorno, contou que usava cinto de segurança e que ficou preso ao tentar sair. Ele dirigia o Del Rey e disse que precisou de ajuda para sair do carro. Mas depois continuou no local, acompanhando os trabalhos de resgate do colega, Benedito Bispo. Nas mãos, levava uma Bíblia que ficou suja de sangue. Mas isso não impediu que o pastor orasse durante o socorro.

O mais comovente do triste episódio, foi o relato dado por 2 pastores sobrevivente, e pelos bombeiros que tentavam tirar os pastores ainda com vida, que estavam presos nas ferragens.

As testemunha citadas acima, contam que os pastores Nelson Palmeiras e João Valadão, ainda com vida e presos nas ferragens, em meio a um mar de sangue que os envolvia, começaram a cantar o Hino 187 da harpa cristã:
Mais perto
Quero estar meu Deus de ti!
Ainda que seja a dor
Que me una a ti,
Sempre hei de suplicar
Mais perto
Quero estar meu Deus de ti!

Andando triste
Aqui na solidão
Paz e descanso
A mim teus braços dão
Nas trevas vou sonhar
Mais perto
Quero estar meu Deus de ti!

Minh’alma cantará a ti Senhor!
E em Betel alçará padrão de
Amor,
Eu sempre hei de rogar
Mais perto
Quero estar meu Deus de ti!

E quando Cristo,
Enfim, me vier chamar,
Nos céus, com serafins irei
Morar
Então me alegrarei
Perto de ti, meu Rei, meu Rei,
Meu Deus de ti!
Aos poucos suas vozes foram silenciando-se para sempre.

As lagrimas tomaram conta dos bombeiros, acostumados a resgatar pessoas em acidentes graves, porem jamais viram alguem morrer cantando um hino; como foi o caso dos pastores Nelson Palmeiras e João Valadão .

Li esta notícia, disponível no O Galileo, no site do Pr. Osmar.

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010

O TRABALHO PODE ESPERAR


Rezam os bastidores de Washington, no governo de Barck Obama, que o presidente é capaz de suspender uma reunião ministerial de alta temperatura para assistir ao recital de violino de sua filha de 11 anos. Segundo assessores, os compromissos familiares são assinalados em vermelho e independentemente do que tiver acontecendo ele para tudo e vai a esses compromissos.

Claro: não faltam críticas: afinal: as pessoas não o elegeram para ser um bom homem de família, mas para resolver os problemas do país.

No entanto, para os braços de quem irá, quando os problemas forem resolvidos (se forem...) e quando a luz do poder se apagar, senão para os de sua família?

O trabalho pode esperar. O poder pode esperar. A família não pode esperar.

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010

Por Um Mundo Mais Humano


Fui criado com princípios morais comuns.

Quando criança, ladrões tinham a aparência de ladrões e nossa única preocupação em relação à segurança era a de que os “lanterninhas” dos cinemas nos expulsassem devido às batidas com os pés no chão quando uma determinada música era tocada no início dos filmes, nas matinês de domingo.

Mães, pais, professores, avós, tios, vizinhos eram autoridades presumidas, dignas de respeito e consideração. Quanto mais próximos, e /ou mais velhos, mais afeto.

Inimaginável responder deseducadamente a policiais, mestres, aos mais idosos, autoridades. Confiávamos nos adultos porque todos eram pais e mães de todas as crianças da rua, do bairro, da cidade. Tínhamos medo apenas do escuro, de sapos, de filmes de terror.

Hoje me deu uma tristeza infinita por tudo que perdemos. Por tudo meus filhos um dia temerão. Pelo medo no olhar de crianças, jovens, velhos e adultos. Matar os pais, os avós, violentar crianças, sequestrar jovens, roubar, enganar, passar a perna, tudo virou banalidades de notícias policiais, esquecidas após o primeiro intervalo comercial. Agentes de trânsito multando infratores são exploradores, funcionários de indústrias de multas. Policiais em blitz são abuso de autoridade. Regalias em presídios são matéria votada em reuniões.

Direitos humanos para criminosos, deveres ilimitados para cidadãos honestos. Não levar vantagem é ser otário. Pagar dívidas em dia é bancar o bobo, anistia para os caloteiros de plantão. Ladrões de terno e gravata, assassinos com cara de anjo, pedófilos de cabelos brancos.

O que aconteceu conosco? Professores surrados em salas de aula, comerciantes ameaçados por traficantes, grades em nossas portas e janelas. Crianças morrendo de fome, gente com fome de morte.

Que valores são esses? Carros que valem mais que abraço, filhos querendo-os como brindes por passar de ano. Celulares nas mochilas dos que recém largaram as fraldas. TV, DVD, telefone, vídeo game, o que vai querer em troca desse abraço, meu filho? Mais vale um Armani do que um diploma. Mais vale um telão do que um papo. Mais vale um baseado do que um sorvete. Mais vale dois vinténs do que um gosto.

Que lares são esses? Bom dia, boa noite, até mais. Jovens ausentes, pais ausentes, droga presente e o presente uma droga.

O que é aquilo? Uma árvore, uma galinha, uma estrela. Quando foi que tudo sumiu ou virou ridículo? Quando foi que senti amor pela última vez? Quando foi que esqueci o nome do meu vizinho? Quando foi que olhei nos olhos de quem me pede roupa, comida, calçado sem sentir medo? Quando foi que fechei a janela do meu carro? Quando foi que me fechei?

Quero de volta a minha dignidade, a minha paz e o lugar onde o bem e o mal são contrários, onde o mocinho luta com o bandido e o único medo é de quem infringe, de quem rouba e mata.
Quero de volta a lei e a ordem.
Quero liberdade com segurança.
Quero tirar as grades da minha janela para tocar as flores.
Quero sentar na calçada, e minha porta aberta nas noites de verão.
Quero a honestidade como motivo de orgulho.
Quero a retidão de caráter, a cara limpa e o olho no olho.
Quero a vergonha, a solidariedade e a certeza do futuro.
Quero a esperança, a alegria.
Uma casa para todos, comida na mesa, saúde a mil. Não quero listas de animais em extinção.
Não quero clone de gente, quero cópia das letras de música.
Eu quero voltar a ser feliz!

Quero dizer basta a esta inversão de valores e ideais. Quero mandar calar a boca de quem diz “a nível de”, “neste país”, “enquanto pessoa”, “eles tem que”, “é preciso que”. Quero xingar quem joga lixo na rua, quem fura a fila, quem rouba, quem ultrapassa a faixa, quem não usa cinto, quem não dignifica meu voto. Quero rir de quem acha que precisa de silicone, lipoaspiração, dieta, cirurgia plástica, carro zero, laptop, bolsa XYZ, calça ZYX para se sentir inserido no contexto ou ser “normal”.

Abaixo o “TER”, viva o “SER”!

E viva o retorno da verdadeira vida, simples como uma gota de chuva, limpa como um céu de abril, leve como a brisa da manhã! E definitivamente comum, como eu.

ADORO O MEU MUNDO SIMPLES e COMUM.

Vamos voltar a ser “gente”? Resgatar o amor, a solidariedade, a fraternidade. Vamos nos indignar diante da falta de ética, de moral, de respeito... Vamos crer e confiar que existe um Deus que pode todas as coisas, que nos resgata e realiza o que julgamos ser impossível.

Deixar de nos silenciar diante do absurdo. Vamos reconstruir um mundo melhor, mais justo, mais humano, onde os homens respeitem os homens.

Utopia?
Não... Se você e eu fizermos nossa parte e contaminarmos mais pessoas, e essas pessoas contaminarem mais pessoas... hein?

Quem sabe?...
Por um mundo mais humano!

Autor Desconhecido

Eu Lavo os Pincéis

Certa ocasião, numa pequena cidade, houve uma Exposição de Quadros e, enquanto o pintor era aplaudido, ao seu lado um pequeno menino se curvava em forma de agradecimento.

Um senhor que estava observando chegou perto do menino e perguntou-lhe:
- Se os aplausos são para o pintor, porque que você está agradecendo também?

O menino, todo compenetrado e alegre, respondeu:
- Eu lavo os pincéis!

Recebi esta pequena mensagem de um irmão... o que me fez pensar no Corpo de Cristo... na Igreja... em nós como MEMBROS!

Somos tão diferentes!

As vezes, reclamamos que "não conseguimos tomar parte do grupo", outras vezes, consideramos que "tal papel não dignifica o que representamos". Mas, há aquele que sabe em quem tem crido e que dEle virá o aplauso eterno!

COMO NASCE UM PARADIGMA

Um grupo de cientistas colocou cinco macacos numa jaula, em cujo centro puseram uma escada e, sobre ela, um cacho de bananas. Quando um macaco subia a escada para apanhar as bananas, os cientistas lançavam um jato de água fria nos que estavam no chão. Depois de certo tempo, quando um macaco ia subir a escada, os outros enchiam-no de pancadas. Passado mais algum tempo, nenhum macaco subia mais a escada, apesar da tentação das bananas.

Então, os cientistas substituíram um dos cinco macacos. A primeira coisa que ele fez foi subir a escada, dela sendo rapidamente retirado pelos outros, que o surraram. Depois de algumas surras, o novo integrante do grupo não mais subia a escada.

Um segundo foi substituído, e o mesmo ocorreu, tendo o primeiro substituto participado, com entusiasmo, da surra ao novato. Um terceiro foi trocado, e repetiu-se o fato. Um quarto e, finalmente, o último dos veteranos foi substituído.

Os cientistas ficaram, então, com um grupo de cinco macacos que, mesmo nunca tendo tomado um banho frio, continuavam batendo naquele que tentasse chegar às bananas.

Se fosse possível perguntar a algum deles porque batiam em quem tentasse subir a escada, com certeza a resposta seria: "Não sei, as coisas sempre foram assim por aqui..."

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010

Leia as Atualizações no seu Reader

Pra Cumprir Teu Chamado

LinkWithin

Related Posts with Thumbnails