Eu já cantei em um Quarteto!
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sexta-feira, 25 de maio de 2012
sexta-feira, 11 de junho de 2010
Parabéns, Família Freguesia!
Desses 15 anos, eu vivi intensamente exatos 9 anos, 9 meses e 10 dias.
Ainda me lembro com emoção daquela noite de 07/03/1997 quando recebi, por oração do vovô Antonio Lopes, a incumbência de liderar aquela igreja, à época com 96 membros.
As bênçãos foram incontáveis, as experiências vividas marcaram profundamente, e para sempre, o meu coração. Juntos, minha família e eu, crescemos, aprendemos, sofremos e nos alegramos no Senhor em cada momento na caminhada com a Família Freguesia.

Levaremos para sempre conosco o amor que aqui recebemos. Cada membro que faz, ou tenha feito, parte desta família marcou para sempre a nossa história.Hoje, quero deixar aqui manifestado o meu carinho e o meu reconhecimento por tudo o que esta família é para nós. Fomos alvos das orações, do sustento, da cooperação e do serviço lado a lado.
Ela tem crescido. Hoje, sob a amorosa liderança do pr. Rogério Bellan, ela continua desenvolvendo seus ministérios e ações evangelísticas. Ali a comunidade os encontra. Naquele lugar a comunidade sabe que o nome de Deus é glorificado. Naquele lugar podem ser ouvidos cânticos entoados em adoração ao único Deus. Ali as pessoas encontram uma palavra bíblica que vai ao encontro de suas necessidades. Naquele lugar, muitas pessoas tiveram um encontro com Cristo, e até hoje o Senhor vai acrescentando outros. Alise se reúne a “Família Freguesia”.
quarta-feira, 7 de maio de 2008
BALAS ACHADAS, HOMENS PERDIDOS
“Quatorze pessoas foram atingidas por balas perdidas nos últimos sete dias. Quatro morreram. Anteontem, atentado de bandidos deixou dois mortos e cinco feridos numa escola em Bangu. Outro menino quase teve o mesmo destino de João Hélio, quando o carro em que viajava com seus pais foi assaltado. Um PM enfrentou manifestantes dando tiros para cima no cemitério de Inhaúma. Um segundo jogou o carro-patrulha sobre 15 motociclistas estacionados. Não só as balas estão perdidas, mas todos nós. A polícia não sabe o que fazer, parentes das vítimas clama inutilmente, especialistas não se entendem quanto às soluções e nós, que escrevemos, não sabemos mais o que dizer,atacados por uma espécie de afasia (estado psicopatológico que torna o doente incapaz de falar) traumática.”
O GLOBO – Primeiro Caderno – 14/03/2007
“Um homem caminhava ao lado de um cemitério numa noite escura. O céu estava carregado, e não se via uma estrela. Uma garotinha que caminhava no mesmo sentido passou pelo homem e este lhe perguntou:
- Menina, você não tem medo de passar pelo cemitério a esta hora da noite?
Ao que a criança respondeu:
- Não, senhor. Pode ver aquela luz brilhante pouco além do cemitério?
- Sim, posso – respondeu o homem.
- É ali a minha casa. Para lá é que estou indo.”
Duas realidades distintas. Na primeira – verídica-, o escritor retrata o clima de pavor, desespero e incapacidade do homem de lidar com a realidade que a todos nos abate. A segunda – uma ilustração – retrata o fundamento da nossa esperança e, por conseguinte, da nossa responsabilidade.
A luz mostra o caminho. A luz aponta o destino. A luz nos mantém no alvo. A luz atrai!
Você já percebeu que insetos são atraídos para as lâmpadas? Luzes, lamparinas, lanternas são instrumentos importantes para quem gosta de uma boa pescaria noturna. Os pescadores sabem que a claridade do facho traz para perto deles os peixes.
Os homens perdidos vivem tateando à procura de uma possibilidade. Nós temos a resposta – JESUS.
Somos a luz do mundo, refletimos a luz do nosso Senhor. A igreja existe para atrair, cuidar, tratar, amar.
Devemos mostrar ao mundo que sabemos o caminho, pois a verdadeira luz – a que nunca se apaga – nos dirige.
“Porque assim nos ordenou o Senhor: Eu te pus para luz dos gentios, a fim de que sejas para salvação até os confins da terra.” (At 13:47)
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